Advergame é a junção dos termos advertisement (publicidade) e games (jogos). Muitas empresas vêm utilizando os advergames para associar suas marcas com diversão, pois o entretenimento é uma das principais formas de conquistar a atenção das pessoas. E não há nada melhor do que proporcionar aos consumidores momentos prazeirosos que gerem branding, consolidação da marca e alto retorno do investimento.
Desde os jogos de tabuleiros e cartas até os digitais em consoles, computadores, web e suportes mobile, criar um advergame exige técnica, inovação e foco. Pensando nisso, o curso Criação de Advergames apresenta uma metodologia rápida, que intercala teoria e prática, para criar advergames arrasadores.
Por que fazer este curso?
Rapidez: em apenas um dia, você terá uma idéia de como criar um advergame.
Ineditismo: não há cursos similares no mercado.
Conhecimento: os professores possuem alta formação e vivência nos mercados de games e publicidade.
Teoria na Prática: um advergame é criado durante o curso.
Quando é?
17 de Outubro de 2009, sábado, das 9h às 18h – Inscrições e mais informações aqui.
Advergame é a junção dos termos advertisement (publicidade) e games (jogos). Muitas empresas vêm utilizando os advergames para associar suas marcas com diversão, pois o entretenimento é uma das principais formas de conquistar a atenção das pessoas. E não há nada melhor do que proporcionar aos consumidores momentos prazeirosos que gerem branding, consolidação da marca e alto retorno do investimento.
Desde os jogos de tabuleiros e cartas até os digitais em consoles, computadores, web e suportes mobile, criar um advergame exige técnica, inovação e foco. Pensando nisso, o curso Criação de Advergames apresenta uma metodologia rápida, que intercala teoria e prática, para criar advergames arrasadores.
Por que fazer este curso?
Rapidez: em apenas um dia, você terá uma idéia de como criar um advergame.
Ineditismo: não há cursos similares no mercado.
Conhecimento: os professores possuem alta formação e vivência nos mercados de games e publicidade.
Teoria na Prática: um advergame é criado durante o curso.
Algumas idéias são tão legais, mas tão legais, que se tornam inviáveis.
Imaginem os ciclistas pedalando felizes pela cidade de São Paulo, com seus iPhone 3GS na cabeça?! Quanto tempo será que eles ficariam lá, intactos e reluzentes ?
Infelizmente acredito que na segunda parada no semáforo (no máximo), a galera no ônibus ao lado já “passaria a mão” no brinquedinho.
Piadas à parte, sou totalmente a favor da tecnologia a serviço do ser humano. Imaginando um mundo ideal, sem roubos ou furtos, essa solução é muito interessante. O criador Ryo Shimizu pensou em na facilidade que o iPhone 3GS poderia dar a sua vida de ciclista.
Você melhora o meio ambiente, melhora a sua saúde e não se perde!
Bom, deixei o vídeo do Metro Paris Subway para vocês assistirem primeiro ANTES de ler as minhas considerações, afinal não quero influenciar ninguém sobre o que eu acho desse tipo de aplicativo, e sim gerar uma discussão para sempre melhorar o nosso mundo mobile.
Basicamente você pode, utilizando o aplicativo para iPhone, direcionar a sua câmera em qualquer direção e assim “ver” as estações de metrô, a distância que você está dela e pra onde ele te leva.
Além disso, você consegue ver pontos comerciais que estão na redondeza, como McDonalds, Starbucks e outros.
Utiliza o conceito de Realidade Aumentada – RA (ou Ampliada como alguns preferem) que comentei no artigo “Afinal, o que é Realidade Aumentada?“, com algumas diferenças – adaptado para um novo conceito/mercado.
O que quero levantar nesse artigo não é nenhuma ótica técnológica, ou discussão sobre o que é ou não é RA. Quero abrir um espaço para pensarmos sobre negócios mobile e no iPhone.
Vamos aos pontos:
1) Conforto ou Desconforto?
Para funcionar, você precisa iniciar o aplicativo e levantar o iPhone na direção do horizonte, para que a câmera consiga visualizar o ambiente. Bom, em seguida o reconhecimento do local inicia e você vê a mágica acontecer: notificações começam a aparecer na sua tela sobre os estabelecimentos.
Ok, legal e divertido. Sempre é interessante ver o digital se misturando com o real, parece um filme de ficção.
Mas é prático?!?
Você sairia com o seu iPhone levantado por aí?
Não seria mais prático apenas uma “bússula” de locais e estabelecimentos?
2) O aplicativo foi pensado para os parisienses, ou para turistas?
Nasci, cresci e moro em São Paulo. Já usei muito mais o transporte público no passado, hoje é bem raro, admito. De qualquer forma a minha experiência de usuário é pesquisar uma linha de ônibus ou metrô na internet antes de sair de casa.
Nisso o Google Maps é fantástico. Preencha a origem e o destino, escolha Transporte Público e ele mostra, além do número do ônibus, quanto você precisa andar até chegar ao ponto do coletivo.
Com o trajeto devidamente estudado antes de sair de casa, raramente páro pra ver onde estou ou como faço para chegar. No caso do metrô, o máximo é olhar no mapa que se encontra em todas as estações se é necessário trocar de trem em algum lugar.
Você usuaria um aplicativo como o Metro Paris Subway para andar no transporte público aqui em São Paulo ou alguma outra metrópole do Brasil?
E em Paris, usaria? Eu acredito que usaria, afinal não conheço nada de Paris e bem ou mal, é um guia que estará ali no meu celular para qualquer emergência.
Pensando assim, será que ele é focado pra turistas, ou para moradores locais?
3) Não seria mais prático algo mais rápido? Mais focado? Sem a parte de Realidade Aumentada?
Estamos vivendo o hype da Realidade Aumentada. Tudo tem que ser RA. Vi empresas nascendo no último mês só pra fazer RA, pra arrancar dinheiro dos clientes mal-informados, coitados.
Enfim……
Pensando assim, o Metro Paris Subway avaliou bem e utilizou o boom para potencializar o seu negócio, o aplicativo. Aliás, a briga com o software oficial do metrô de Paris parece que está acirrada.
A mídia indireta gerada por ser um “aplicativo com realidade aumentada” deve ter sido imensa. Bom, para chegar do outro lado do Atlântico, entre milhões de aplicativos, algo deu certo na comunicação da empresa.
Tirando esse detalhe, eu acredito que o aplicativo seria muito mais prático e “usável” se seguisse a linha tradicional, sem a RA. Se realmente a empresa possui esse banco de dados de estabelecimentos que ela promete, aí está o valor da aplicação!
Concluindo!
Bom meus amigos, tentei levantar algumas observações focado no negócio do aplicativo, e não em detalhes técnicos. Quando desenvolvo meus projetos sempre penso no usuário. Muitas vezes observo aplicativos mágicos, com diversos recursos técnicos, mas sem usabilidade alguma.
Por outro lado, é comum ver alguns produtos lindos, com aquele layout fantástico, uma boa idéia, mas tão abstrato que se torna inútil.
O segredo é saber equilibrar, e como digo nos games (serve pro mundo mobile): não faça o aplicativo pra você, faça para o seu consumidor.
Aconteceu no dia 1 de Agosto de 2009 a primeira edição do iPhoneDevCamp Brasil. O evento foi um dos satélites mundiais, acontecendo em paralelo em 20 cidades pelo mundo.
O evento foi realmente um marco entre os criadores, desenvolvedores, curiosos, entusiastas por aplicativos, sites e negócios para iPhone.
Além dos patrocinadores e palestrantes experientes na área, pessoas do Brasil inteiro vieram para São Paulo prestigiar o evento. O formato “desconferência” ajudou, tornou tudo mais divertido. Fiz o meu papel de animador “Silvio Santos” para manter o ritmo do evento. Jogamos bola, falamos de assuntos polêmicos, trocamos dicas e cartões.
Fiquei feliz ao saber recentemente que um dos participantes conseguiu um emprego no evento. Outra coisa que também me anima é o movimento pós-evento, com as pessoas se organizando em grupos para estudarem e aprenderem cada vez mais.
Agora vamos nos preparar para o evento regional, que será realizado no Rio de Janeiro ainda em 2009.
A revista Mac + também publicou uma matéria sobre o evento, na edição 39.
Confira abaixo o PRESS oficial:
No último dia 1 de agosto, São Paulo sediou a primeira edição brasileira do iPhoneDevCamp (www.iphonedevcamp.com.br), ocasião esta que certamente trouxe a maior aglomeração por metro quadrado no país de usuários do mais famoso gadget da Apple. A princípio voltado para desenvolvedores, o evento reuniu no Instituto de Artes Interativas (iAi) uma centena de entusiastas e profissionais também das áreas de comunicação, design e negócios, vindos dos quatro cantos do país, todos ávidos por fazer network e saber mais sobre as possibilidades do iPhone e iPod Touch.
O iPhoneDevCamp Brasil seguiu o formato de desconferência, a exemplo do que aconteceu simultaneamente em outras 20 cidades mundo afora, algumas delas já em sua terceira edição. Este formato prega a desorganização arrumada, sendo totalmente alinhado com as expectativas do mundo digital atual, cuja maior premissa é ter conteúdo criado pelo próprio participante. Transformar o Brasil num dos satélites do evento só foi possível graças à iniciativa da 8D Digital (www.8D.com.br), através das figuras de Érika Caramello e Guilherme Tsubota.
Após as boas vindas, Tsubota passou o microfone para Lucas Longo (iAi), que fez uma apresentação sobre a SDK do iPhone e enumerou os princípios básicos para se desenvolver na plataforma, integrando os não desenvolvedores ao evento. Em seguida, Ricardo Longo e Breno Masi (FingerTips) mostraram em números o sucesso do iPhone frente aos seus concorrentes e alguns detalhes técnicos do aparelho, além de contarem sua história, os desafios para criarem aplicativos e seu posicionamento sobre a questão jailbreak, que deu início a um intenso debate com os participantes.
Depois da típica feijoada de sábado, a desconferência rolou solta. Seguindo as sugestões dos próprios participantes, o grande grupo se dividiu entre quatro temas: Games, Desenvolvimento, Web e Publicidade. Ali, foram apresentados aplicativos ainda em desenvolvimento e trocadas experiências, idéias e dicas. A descontração foi a regra do dia, finalizando com a entrega de prêmios dos patrocinadores Mac+, Trip, Bsmart, Foto a Jato e EA Games. Aliás, o sorteio foi um caso a parte, tendo competição de embaixadinhas, Rock Band imaginário, celular mais “tosco”, capa protetora de iPhone mais estranha, etc.
Ao final do evento, Érika Caramello confirmou a realização do II iPhoneDevCamp Brasil em 2010. Dando respaldo à decisão dos participantes, ela confirmou a realização de encontros regionais, o primeiro deles no Rio de Janeiro. “Precisamos dar oportunidade para que todos possam interagir com um evento dessa magnitude, e a 8D levará o iPhoneDevCamp Regional para diversas localidades”, afirmou.
Quadrinhos e Games, dois universos que vivem lado a lado há um bom tempo. Várias HQ’s se transformaram em games, como os Super-Heróis da Marvel (Batman, Super-Homem, dentre muitos outros), assim como vários games já ganharam suas adaptações em quadrinhos, como por exemplo, Tomb Raider, com sua carismática Lara Croft, Halo e seu universo fantástico.
Recentemente, a produtora Vogster Entertainment lançou um game para o PSP chamado “Unbound Saga”.
“Unbound Saga” é um game de ação, onde você é um personagem de HQ que, ao invés de passar por fases normais, navega pelos quadros de uma página de quadrinhos, distribuindo pancadas em todos, enquanto um desenhista alucinado continua a desenhar inimigos à sua frente. Uma jogabilidade bem legal e muita pancadaria estão reservadas para quem se aventurar no game.
A história também é contada por quadrinhos, muito bem desenhados e coloridos, dando a impressão de você estar lendo uma revista, só que, nas entre-fases, não existem balões e sim a narração das vozes dos personagens, o que deixa o clima muito legal, levando em conta também a trilha sonora, muito bem composta para o projeto.
O jogo é muito divertido, muito bem feito e os desenhos são excelentes. Uma verdadeira obra de arte digital para você ler, ouvir, interagir e se divertir.
Nos anos 1980 essa fórmula já tinha sido explorada no saudoso e também excelente “Comix Zone”, do Mega Drive, onde você era um desenhista de HQ que entrava em sua história enfrentando inimigos enquanto o vilão ia desenhando monstros e obstáculos para impedí-lo de avançar no game.
“Unbound Saga” é cópia de “Comix Zone”? Eu acho que não! Considero, na verdade, uma grande homenagem ao velho game e a esses dois estilos fantásticos de arte, cultura e diversão. Para quem tem um PSP, vale a pena conferir! Quem quer visitar o site oficial do jogo, basta clicar aqui.
Saiu na FastCompany um texto sobre game de realidade aumentada convergindo no Facebook.
Adorei a idéia, muito divertido, sem contar que é muito esperto. Cair com uma prancha de surf na crista da onde das buzzwords. Realidade Aumentada (RA) e Redes Sociais são os assuntos mais “importantes” no mundo da comunicação / publicidade. Dizem até que vai curar os males da humanidade.. hheheheh.. brincadeira.
Não creio que esse jogo em particular será um sucesso arrasador e gerará milhões de dólares para seus criadores. Mas o mix, a convergência de paradigmas como os games e as redes sociais é algo para prestar atenção.
O homem é movido a emoções. As grandes invenções ou descobertas sempre estiveram envolvidas por uma emoção forte. Seja o médico cientista que perdeu um ente querido e nesse momento decidiu focar seus esforços para descobrir a cura para uma doença, como o prazer de engenheiros em trabalhar uma nova engenhoca para poder voar mais alto, ir mais rápido ou coisa do tipo.
A emoção mais prazeirosa (claro!) de trabalhar é a felicidade. Jogar é um prazer. Transportar-se para um mundo de fantasias é sensacional. Na história da humanidade isso começou com os contadores de histórias, os quais passavam seus conhecimentos para a próxima geração – e assim sucessivamente. Com a escrita começamos a registrar isso, e suas consequências são os livros, os contos, as peças teatrais, o cinema… e o mundo que conhecemos.
Juntar game e comunicação não é novidade. Isso já acontece há muito tempo, mas não com o potencial tecnológico que temos hoje. Acredito, e já falei para diversos amigos, que estamos numa mudança massiva de comportamento humano. O que antes levava séculos, hoje em uma dúzia de anos é suficiente para a transformação. A Era da Informação está aí.
[Guilherme voltando do Mundo da Lua...]
Getting back on track, esse game me lembrou um recente do Street Fighter, mesclado com o YouTube. Se pararmos para analisar, os grandes players Microsoft, Nintendo e Sony também já estão nesse páreo, todos com seus hardware preparados para se integrar ao mundo físico com câmeras, sensores e etc.
A exposição fica no ar até o dia 23 de Agosto 30 de Agosto, das 10h às 20h.
O local é a já conhecida galeria do iAi, na casa Bola – rua Amauri, 352 (ao lado da Pizza Hut). Aliás, foi ali que aconteceu o 1º iPhoneDevCamp Brasil, no dia 1º de Agosto de 2009. Um espaço privilegiado, que prima pelas novidades, curiosidades e interações.
Ano passado, meados de Maio/Junho, estava conversando com o colega Cazé, quando ele me apresentou o Gengibre.
Delirei!
Estava em fase beta, entrei na comunidade como um tester, postei algumas coisas…. e acabou ficando no ar. Hoje em um bate papo com o idealizador noavamente, resolvi recriar meu usuário no Gengibre (o que eu tinha feito sumiu).
Fantástico, muito bom! A interface é nova, muito bonita, e o playerzinho é um caso a parte. Uma maneira extremamente fácil e descontraída de fazer podcast. Provavelmente vou lançar várias dicas e elucubrações de games por aí.
Um bom desafio é sempre bem vindo. Jogar faz parte da nossa essência, o prazer da conquista, a vontade de ganhar e ser sempre melhor. Jogos de tabuleiro, RPG ou desafios solitários.
Bom, comer também é legal! (eu que o diga). Uma boa táboa de frios, um azeite e uma bebida para acompanhar.. hummmmmm.
Começou hoje a inscrição para o 3º iPhoneDevCamp, um evento mundial agora em São Paulo, Brasil.
Venha participar com os principais desenvolvedores do mercado, discutir, tirar dúvidas e trocar idéias sobre as possibilidades de negócio para o iPhone no Brasil.
As inscrições custam apenas 10 reais, e dá direito ao certificado, que será entregue durante o evento.