Advergame é a junção dos termos advertisement (publicidade) e games (jogos). Muitas empresas vêm utilizando os advergames para associar suas marcas com diversão, pois o entretenimento é uma das principais formas de conquistar a atenção das pessoas. E não há nada melhor do que proporcionar aos consumidores momentos prazeirosos que gerem branding, consolidação da marca e alto retorno do investimento.
Desde os jogos de tabuleiros e cartas até os digitais em consoles, computadores, web e suportes mobile, criar um advergame exige técnica, inovação e foco. Pensando nisso, o curso Criação de Advergames apresenta uma metodologia rápida, que intercala teoria e prática, para criar advergames arrasadores.
Por que fazer este curso?
Rapidez: em apenas um dia, você terá uma idéia de como criar um advergame.
Ineditismo: não há cursos similares no mercado.
Conhecimento: os professores possuem alta formação e vivência nos mercados de games e publicidade.
Teoria na Prática: um advergame é criado durante o curso.
Quando é?
17 de Outubro de 2009, sábado, das 9h às 18h – Inscrições e mais informações aqui.
Advergame é a junção dos termos advertisement (publicidade) e games (jogos). Muitas empresas vêm utilizando os advergames para associar suas marcas com diversão, pois o entretenimento é uma das principais formas de conquistar a atenção das pessoas. E não há nada melhor do que proporcionar aos consumidores momentos prazeirosos que gerem branding, consolidação da marca e alto retorno do investimento.
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Ineditismo: não há cursos similares no mercado.
Conhecimento: os professores possuem alta formação e vivência nos mercados de games e publicidade.
Teoria na Prática: um advergame é criado durante o curso.
Quadrinhos e Games, dois universos que vivem lado a lado há um bom tempo. Várias HQ’s se transformaram em games, como os Super-Heróis da Marvel (Batman, Super-Homem, dentre muitos outros), assim como vários games já ganharam suas adaptações em quadrinhos, como por exemplo, Tomb Raider, com sua carismática Lara Croft, Halo e seu universo fantástico.
Recentemente, a produtora Vogster Entertainment lançou um game para o PSP chamado “Unbound Saga”.
“Unbound Saga” é um game de ação, onde você é um personagem de HQ que, ao invés de passar por fases normais, navega pelos quadros de uma página de quadrinhos, distribuindo pancadas em todos, enquanto um desenhista alucinado continua a desenhar inimigos à sua frente. Uma jogabilidade bem legal e muita pancadaria estão reservadas para quem se aventurar no game.
A história também é contada por quadrinhos, muito bem desenhados e coloridos, dando a impressão de você estar lendo uma revista, só que, nas entre-fases, não existem balões e sim a narração das vozes dos personagens, o que deixa o clima muito legal, levando em conta também a trilha sonora, muito bem composta para o projeto.
O jogo é muito divertido, muito bem feito e os desenhos são excelentes. Uma verdadeira obra de arte digital para você ler, ouvir, interagir e se divertir.
Nos anos 1980 essa fórmula já tinha sido explorada no saudoso e também excelente “Comix Zone”, do Mega Drive, onde você era um desenhista de HQ que entrava em sua história enfrentando inimigos enquanto o vilão ia desenhando monstros e obstáculos para impedí-lo de avançar no game.
“Unbound Saga” é cópia de “Comix Zone”? Eu acho que não! Considero, na verdade, uma grande homenagem ao velho game e a esses dois estilos fantásticos de arte, cultura e diversão. Para quem tem um PSP, vale a pena conferir! Quem quer visitar o site oficial do jogo, basta clicar aqui.
Saiu na FastCompany um texto sobre game de realidade aumentada convergindo no Facebook.
Adorei a idéia, muito divertido, sem contar que é muito esperto. Cair com uma prancha de surf na crista da onde das buzzwords. Realidade Aumentada (RA) e Redes Sociais são os assuntos mais “importantes” no mundo da comunicação / publicidade. Dizem até que vai curar os males da humanidade.. hheheheh.. brincadeira.
Não creio que esse jogo em particular será um sucesso arrasador e gerará milhões de dólares para seus criadores. Mas o mix, a convergência de paradigmas como os games e as redes sociais é algo para prestar atenção.
O homem é movido a emoções. As grandes invenções ou descobertas sempre estiveram envolvidas por uma emoção forte. Seja o médico cientista que perdeu um ente querido e nesse momento decidiu focar seus esforços para descobrir a cura para uma doença, como o prazer de engenheiros em trabalhar uma nova engenhoca para poder voar mais alto, ir mais rápido ou coisa do tipo.
A emoção mais prazeirosa (claro!) de trabalhar é a felicidade. Jogar é um prazer. Transportar-se para um mundo de fantasias é sensacional. Na história da humanidade isso começou com os contadores de histórias, os quais passavam seus conhecimentos para a próxima geração – e assim sucessivamente. Com a escrita começamos a registrar isso, e suas consequências são os livros, os contos, as peças teatrais, o cinema… e o mundo que conhecemos.
Juntar game e comunicação não é novidade. Isso já acontece há muito tempo, mas não com o potencial tecnológico que temos hoje. Acredito, e já falei para diversos amigos, que estamos numa mudança massiva de comportamento humano. O que antes levava séculos, hoje em uma dúzia de anos é suficiente para a transformação. A Era da Informação está aí.
[Guilherme voltando do Mundo da Lua...]
Getting back on track, esse game me lembrou um recente do Street Fighter, mesclado com o YouTube. Se pararmos para analisar, os grandes players Microsoft, Nintendo e Sony também já estão nesse páreo, todos com seus hardware preparados para se integrar ao mundo físico com câmeras, sensores e etc.
Um bom desafio é sempre bem vindo. Jogar faz parte da nossa essência, o prazer da conquista, a vontade de ganhar e ser sempre melhor. Jogos de tabuleiro, RPG ou desafios solitários.
Bom, comer também é legal! (eu que o diga). Uma boa táboa de frios, um azeite e uma bebida para acompanhar.. hummmmmm.
O Brasil já inspirou a criação de inúmeros personagens na história dos games. Muitos “brasileiros” virtuais já fizeram suas aparições na telinha, mas nenhum é tão querido e popular quanto o monstruoso Blanka da série de jogos de luta Street Fighter, produzido pela japonesa Capcom.
Blanka é realmente um personagem muito legal e acabou ganhando a atenção dos brasileiros pela sua aparência monstruosa, carismática, e principalmente pelo fato de ter sido um dos primeiros personagens brasileiros com relevância em uma franquia de peso como Street Fighter.
Com uma legião de fãs, o Blanka tem um visual e animações super interessantes. A movimentação dele é excelente! Apesar disso a Capcom deixou a desejar, e muito, na criação do background do personagem.
Sabe-se que seu nome era Carlos (Jimmy, no oriente, o que já seria incorreto. Um brasileiro chamado Jimmy? Improvável!). Mas enfim, sabe-se que Carlos estava em um avião, quando este foi atingido por um raio e caiu no meio da Floresta Amazônica. Carlos foi o único sobrevivente. Criados por animais, ele perdeu sua humanidade e se tornou monstruoso e violento.
Legal! Até aqui tudo bem! Mas as coisas começas a se divergir. Alguns dizem que ele foi criado por lobos. Aí eu pergunto: lobos na Amazônia? Só se foram lobos Guará e mesmo assim eu não sei se eles habitam a grande floresta. Dizem também que quando os povoados viram a criatura pela primeira vez, ela tinha a pele muito pálida, quase branca, por isso o apelidaram de Blanka, que vem de”blanco”, que, segundo a Capcom, quer dizer “branco” no Brasil. Bom, aqui nós falamos português e não espanhol!
Outra coisa interessante: como explicar sua pele verde? Algumas fontes dizem que sua pele ficou verde porque ele esfregava muitas plantas pelo corpo e que com isso, a clorofila das plantas tingiu sua pele permanentemente. Fala sério!!! E outra: como explicar seus cabelos laranjas e sua capacidade de conduzir e emitir eletricidade pelo corpo? A Capcom parece não saber responder.
Como podemos ver, o background de um personagem é extremamente importante na hora de criá-lo. A Capcom deu muita sorte que Blanka vingou. Ele realmente é um personagem muito legal, mas sem uma origem definida. Sei lá, de repente ele poderia ter sofrido uma mutação quando seu avião foi atingido pelo raio. Isso já explicaria muito. As tentativas de inventar coisas plausíveis fizeram da história de Blanka uma verdadeira confusão.
Mesmo assim Blanka é o personagem brasileiro mais popular e querido do mundo dos games. Com tudo isso, devemos dar parabéns à Capcom pela criação, mas ao mesmo tempo chamar a sua atenção para que a pesquisa do país de origem de um futuro personagem deles seja feita com mais seriedade e mais carinho.
Abaixo, o incrível visual de Blanka no novo Street Fighter 4:
Imagina a seguinte situação: você tem 1 console de videogame, talvez um Playstation, e nele adora God of War, mas gostaria também de jogar New Super Mario Bros.
Ok, o ideal seria comprar um Wii. Afinal, alguns jogos estão disponíveis em uma ou outra plataforma, certo? Infelizmente o preço de um console no Brasil é caro, ainda mais os jogos. Um absurdo! Então como sanar essa ânsia por games?
A cada nova geração de consoles e videogames – com gráficos mais poderosos e realistas, sensores para movimentos e jogabilidades mais imersivas – o velho e bom Atari se fortalece como representante de uma época onde a simplicidade era a graça do negócio!
Atari não é só um videogame… é um estilo de ser!
Veja por exemplo as criações do designer Matt W Moore com o famoso carrinho do Mr Bean. Ele utilizou 2 dos maiores sucessos da Atari (Pacman e Space Invaders) para representar sua arte no Mini Cooper.
No mínimo você tem a garantia de que o carro não será roubado.. já pensou um bandido tentando esconder um space invaders sobre 4 rodas?
Outra mostra de um fã de Atari é essa animação Stop-Motion utilizando peças de Lego. A trilha sonora é um caso a parte, muito boa, e a seleção de games é excelente, dentre eles:
Será que você conhece um personagem completamente improvável, que fez muito sucesso nos vídeo games da década de 1990? Earthworm Jim, uma simples minhoca, que ao vestir um traje especial se torna super poderosa. Tem coisa mais improvável que isso?
Mas o mais legal é que Jim é um personagem fantástico em todos os aspectos: é literalmente uma minhoca, tem um forte apelo cômico e a arte muito bem feita que envolve todo o seu universo.
Earthworm Jim fez sua estréia em um game da ação lateral em plataformas desenvolvido pela Shiny Entertainment e lançado para o Mega Drive em 1994. Na época de seu lançamento, o game foi muito bem recebido graças à sua animação altamente detalhada, sua jogabilidade polida e seu humor maluco e ácido. Foi o primeiro game a receber a nota máxima na revista Games Master.
Depois disso, uma edição especial do game foi lançada para o Sega CD, com música com qualidade de CD, gráficos melhorados e fases expandidas. Versões especiais também foram Desenvolvidas para o Windows, com gráficos redesenhados em 256 cores, além de todos os extras da versão do Sega CD.
Criado por Doug TenNapel, O game conta a história de Jim, uma minhoca terrestre comum que fazia coisas de minhocas comuns como: comer terra, fugir de pássaros, etc. Mas um belo dia, no espaço sideral, o maligno Psy-Crow, conseguiu encurralar um piloto intergaláctico que tinha roubado uma armadura high-tech construída pelo famoso Prof. Monkey-for-a-Head, encomendada pela malévola rainha Slug-for-a-Butt, para que ela pudesse conquistar toda a galáxia.
Durante uma épica batalha espacial, a armadura acaba caindo na Terra, bem em cima de Jim que, com um golpe de sorte, consegue entrar na armadura e, acaba se tornando uma super-minhoca grande, musculosa, inteligente – pelo menos para os padrões de uma minhoca – e super poderosa. Jim acaba ouvindo os planos de Psy-Crow, que em uma conversa com a rainha Slug-for-a-Butt, conta sobre o rastro de destruição deixado pela super armadura e sobre seus planos para com a sua irmã, a princesa What’s-her-Name.
Assim, Jim encarna seus poderes e sua veia heróica e parte ao resgate da doce princesa.
Um personagem completamente improvável que, com seu estilo inconfundível, marcou sua época e fez uma legião de fãs. Quem iria imaginar uma simples minhoca como um herói? Idéia genial de um personagem improvável e adorável!
Dia 25 de Junho de 2009 é um daqueles dias históricos.
Sabe aqueles dias em que você ouve algo como “caiu um avião no World Trade Center”, e num primeiro momento parece brincadeira, até que aos poucos a realidade vai aparecendo e você se dá conta de que realmente aconteceu?!?
Pois é. Morreu o Rei do Pop, o artista máximo da cultura da minha geração, o über popstar Michael Jackson.
Minha história com MJ começou há muitos anos. Antigamente o Fantástico (Rede Globo) exibia video clipes, antes mesmo da MTV aparecer aqui no Brasil. Em um domingo de 1983 eu e meus pais assistimos ao lançamento de Thriller. Fantástico! Era garoto, e saí tentando imitar Michael naquela noite, fazendo os passos meio retorcidos como um zumbi.
Ali eu descobri o que queria fazer da vida, mas só consegui perceber anos mais tarde. Queria fazer exatamente aquilo! Queria criar aquele tipo de fantasia. Criar um mundo totalmente diferente, fora do normal, conforme aparecia na minha imaginação. Um mundo que só seria possível na televisão. Virei um viciado televisão e cinema!
Os anos que se passaram foram regados a muitos programas de televisão, desde Bozo, Xuxa, Chaves, Thundercats, He-Man, Transformers, Corra que a Polícia Vem Aí, De Volta para o Futuro, Terminator, Alien, Predator, Sessão da Tarde, Tela Quente, etc etc…. muito videogame começando no Atari, Nintendinho, Mega Drive, Sega CD, Playstation, etc etc…
Hoje, 1 dia após a morte do Michael Jackson eu resolvi fazer essa homenagem, lembrando o que ele influenciou na minha formação de Criador de GAMESe para a indústria como um todo.
Michael Jackson era um ícone vivo. Ícones são aquelas representações que aparecem na mente da consciência coletiva quando pensamos em algo. Por exemplo:
CIENTISTA? Vem aquela imagem do Einstein descabelado.
E assim vamos lembrando dos ícones. Michael deixou um legado, e fazem parte da imagem do seu ícone a luva branca, o chapéu, o mocassim com meias brancas e a jaqueta ao estilo general. Não importa como está o rosto dele com as “mil” cirurgias plásticas, ou quão branco ele está. O que lembramos é do ícone como um todo, a indumentária, os movimentos, o gritinho que ele dava nas músicas.
Nesses 2 dias ouvi muito que “Michael Jackson foi consumido pelo seu personagem”. Bom, ele de fato é um personagem. Transformou-se fisicamente em um personagem dos seus clipes. Fantástico, pensando pelo lado da indústria do entretenimento, é o artista máximo, o qual viveu o seu personagem.
Falando de seus clipes, desde Thriller, a cada lançamento de um novo clipe a expectativa pelas inovações tecnológicas eram autíssimas. O cuidado nos detalhes das produções tinha um nível altíssimo, como os grandes gênios de qualquer área. Seu último grande clipe, Black or White, é uma obra prima da computação gráfica para a época.
Com tudo isso Michael não podia deixar de aparecer no mundo dos games!
Abaixo você pode conferir algumas imagens dessa aventura nos arcades e videogames. O meu preferido é o fliperama (arcade), onde Michael (obviamente) vai salvar as criancinhas do mal (Dr Evil). Usa de várias poderes, como o golpe especial de dança, o chute no ar, golpe da luva branca, lançamento do chapéu e até se transformar em um Mec (robô).
A Sega lançou o arcade e o jogo para console em 24 de Agosto de 1990. Até seu chimpanzé Bubbles está no jogo. Também foi feito uma versão para Mega Drive (Saturn), Master System e Game Gear, com jogabilidade 2D e mais simples.
Veja abaixo nos álbuns algumas imagens desses games:
Mais modestamente do que a Sega, 2 produtoras criaram jogos do cantor para PC. Eram jogos simples, com jogabilidade e gráficos restritos. Um deles era basicamente um jogo top-down, onde você guiava o personagem por um cenário coletando itens e roupas, sendo a última peça uma motocicleta para quê? Simmmm.. para fugir dos fãs!
Mas além de se tornar personagens de game, MJ era um ávido consumidor de jogos e consoles, além de fliperamas. Sua coleção pessoal era uma das mais impressionantes, infelizmente leiloada em Abril de 2009 para pagar as dívidas do astro.
A lista de jogos e arcades você confere abaixo. Quem será que arrematou algum desses itens?
Bom Michael, é isso aí. Valeu pela inspiração e pela música. Com certeza vou procurar um fliper do Moonwalker para matar a saudade e me divertir ouvindo Bad.
Mario Bros é um ícone dos videogames. Não custa lembrar que foi criado pela Nintendo em meados de 1985, e sobrevive firme e forte até hoje.
Seus personagens são retratados em programas de TVs, gibis, mangás, games extra-oficiais, festas a fantasias e etc.
O site The Design Inspiration preparou uma coletânea dos irmãos Mario e Luigi retratados por diversos artistas. Ficou excelente e o resultado vocês podem conferir abaixo! Fico me perguntando se algum desses desenhos teria mais sucesso que o original… hmm….. nahhh acho que não!
Enjoy.
Criado por Bob Dob
Criado por Justin Coffee
Criado por Anthony Jones
Criado por Marcin
Criado por Alex81h
Criado por Marcin (esquerda), JoshyArtist (direita)
Criado por Dirk Erik Schulz
Criado por Fellipe Martins (esquerda), Mike (direita)
Criado por Karin Rindevall (esquerda), KidGalactus (direita)
Criado por Marie Pier Fillion (esquerda), Spaghetti016 (direita)
Criado por DarkHarry (esquerda), Pnutink (direita)
Criado por Ryan Wood (esquerda), MikePMitchell (direita)
Criado por KidGalactus (esquerda), Wyfart (direita)
Criado por Gashi Gashi
Criado por Waldemar Lene
Criado por LuigiL (esquerda), Nomadling (direita)
Criado por Gary Storkamp
Criado por Akeno Omokoto
Criado por Jed Soriano (esquerda), Justin Coffee (direita)
Criado por Rimou
Criado por Dirk Erik Schulz (esquerda), Hugh (direita)
Criado por LuigiL
Criado por Dapper Dan (esquerda), Imson (direita)
Criado por Darq-V
Criado por Javier Burgos Arroyo
Criado por Alexei Balashov (esquerda), Draw-ist (direita)