Existem diversas técnicas para criação de personagens de videogame. Desde estudos de semiótica até aspectos psicológicos influenciam no look ’n’ feel do personagem, o qual deve passar ao jogador o sentimento e a sensação que o seu criador imaginou.
Via de regra, para um action game, os personagens “bonzinhos” são bonitos, divertidos, bem coloridos e com diversos outros detalhes que renderiam diversos estudos e não caberiam nesse blog. Os vilões são “grandes”, feios, nervosos.
Ok, existem as derivações como por exemplo no jogo God of War. O herói não tem nada de bonito. Mas aí entramos em estudos mais avançados e peculiaridades de imagem. A criação do personagem é um dos grandes fatores, se não for o principal, do sucesso de um jogo.
Interessante é o que Tom Rodhes fez: um divertido estudo com os personagens de jogos clássicos.
Já pensou o Sonic em seu formato de porco-espinho, literalmente? No estudo do Tom vemos que não fica tão legal, né? O personagem acima não tem nem a aerodinâmica necessária para o jogo ter a velocidade supersônica que tem. No site do Tom existem diversos outros personagens.
Vale observar o Donkey Kong, nada amigável. Aliás, daria um belo chefe de fase!
E a Lara Croft, seguindo o seu perfil de uma inglesa arqueóloga, estudiosa, ficaria bem longe da imagem Angelina Jolie que temos.








Se os vilões são grandes, eu to pra mocinha, com todo esse tamanho quea genética me permitiu…Se me dessem o papel de vilã, teria de estar de armadura, bem no esilo Mecha, by Buddypoke. hehehehe