Ela fala sobre o uso dessa energia para solucionar problemas complexos da humanidade.
Bom, não vou entrar nos detalhes dessa discussão hoje (a qual concordo), mas sim mostrar um caso prático referente a isso. Quem não jogou essa semana que atire a primeira pedra!
Vocês perceberam quanto tempo vocês perd.... oooops.... ficaram jogando !??
Vocês pararam pra pensar nisso? Ok, fiquei só uns 2 minutinhos... nada de mais. Bom, e se contarmos o montante global de tempo jogado nesse singelo game? Tony Wright, do fez os cálculos. .
Tomei a liberdade de transcrever alguns números aqui:
Foram jogadas 4.819.352 horas de Google Pacman em 1 dia (nos EUA)
Total de 120.484.800 dólares gastos nesse perÃodo (usando como base o americano padrão)
O que você poderia resolver em 1 semana (lembrando que nessas 33,3 horas, são horas de extrema concentração e atenção)? Acredito que muitos projetos que estavam engavetados, ou problemas mais difÃceis poderiam estar nessa listinha.
Ou mesmo algumas coisas mais simples, como por exemplo aprender um instrumento musical! Enjoy!
Às vezes fico impressionado da necessidade em tratar alguns "adultos" como crianças. Parece que estão ainda com a fralda na bunda, que levam algumas situações como brincadeira infantil, sem medir as consequências. Como se fossem simplesmente levar a bronca da mãe, umas palmadas e tudo estará resolvido.
Ao abrir o farol, saà com o meu carro normalmente. O 206 largou na frente, e o rapaz ansioso fez uma curva súbita para a direita, saindo da traseira do meu carro e colando atrás do 206, com uma arrancada forte. Dava para perceber pelo ronco alto da aceleração do carro e pela atitude que ali não tinha uma pessoa responsável.
Enfim, por uma circunstância normal de trânsito, o 206 precisou frear: tinha um carro à sua frente estacionando. Como instinto, joguei o meu carro o máximo que pude para a esquerda, enquanto ouvia o estrondo da batida do apressadinho na traseira do 206. E que estrondo, só pela arrancada imagino que o rapaz estava a quase 40 km/h.
Consegui ouvir os gritos da motorista do Peugeot e do rapaz que bateu, logo após a cantada de pneu e a batida. Subitamente vieram à minha mente 2 imagens, primeiro aquelas cenas de dentro do cockpit de um F1, transmitido pela Globo, quando vão mostrar uma batida por dentro do carro.  A outra imagem são os inúmeros jogos de corrida, onde batidas são normais.
Um sábado de tarde, suportamente tranquilo para dirigir, com pouco trânsito. Estou na faixa próxima da calçada, e subitamente escuto um latido, quase que um grito altÃssimo. Como estava devagar, olhei para o lado e consegui brecar logo após presenciar o atropelamento de um vira-lata pretinho, pequeno.
O cão não entendeu o que tinha acontecido, tentou olhar para suas costas, pois foi onde passou o pneu do carro, girou algumas vezes, grunhindo e caiu no meio da pista.
O imprudente, irresponsável, insensÃvel, maldoso do motorista nem parou para ver o que tinha acontecido. Seguiu seu caminho como se nada tivesse acontecido. Nunca passei pela situação de atropelar um animal, mas imagino que seja impossÃvel não perceber que algo bateu em seu carro.
Enfim, as cenas seguintes foram tristes. Os carros que vinham atrás conseguiram desviar do bichano, que caiu agonizando no meio da rua. Eu parei o meu carro ali mesmo, com pisca alerta e saà pro meio da avenida acenando para os motoristas que vinham e não tinham visto o animal, inclusive um ônibus em velocidade alta (coisa comum em São Paulo).
Não quero acreditar que o motorista mirou no cachorro. Talvez o bicho tenha corrido pra rua e realmente não fosse capaz de evitar o acidente. Mas não parar para ver se podia fazer algo!!!??? Faça-me o favor de contar outra história. Isso me lembrou o jogo Carmageddon, onde atropelar pedestres e animais faz você ganhar mais e mais pontos.
O que leva uma pessoa a ter cuidado com os animais, e outra apedrejar? Por que alguns sentam ao volante de um carro e se transformam, e outros se preocupam e parar para deixar um pedestre atravessar a rua? Se o meio corrompe o homem, seria o videogame uma fonte de influência nisso? Em que proporção?
O mesmo vale para qualquer coisa, como o videogame. Será que brincar com um jogo de luta alucinadamente vai deixar a criança mais calma, ou mais nervosa? Ou não vai alterar em nada? Ou será que irá ensinar algo que ela poderá utilizar em algum momento da sua vida e ser positivo?
Aconteceu na , dia 21/01,  às 21h (com o devido atraso, 21h20) o SE JOGA - Como entrar no competitivo mercado de games, debate promovido pela destinado às pessoas que desejam trabalhar com games, principalmente estudantes da área.
participantes da Ubisoft, EA, Gabba e Abdução. Mediação por Guilherme Tsubota.
É consenso entre todos da mesa a contratação de pessoas que mostraram serviço, de alguma forma. Você não precisa criar um jogo completo, mas mostrar potencial.
Outro ponto interessante foi a discussão sobre o profissional especialista x generalista. Aquela pessoa que faz tudo está em baixa nesse momento nas empresas de games. A necessidade principal são os especialistas: programação, design, roteiro, trilha sonora, modelagem 3D, game designer. Foque na área que mais lhe agrada e estude, evolua, mostre seu portfólio.
profissionais reunidos antes do debate: Tsubota (iG/8D), Carlos (EA), Nicholas (Ubisoft) e Daniel (Abdução)
A - International Game Developers Association promoverá no dia 21 de janeiro, a partir das 21h, o debate "Se joga! Como entrar no competitivo mercado de games" durante o , nas dependências do Centro Imigrantes, em São Paulo (SP).
Destinado a estudantes e profissionais que desejam ingressar no mercado de games e não sabem por onde começar, o debate ajudará os participantes a passarem para a próxima fase, tratando de temas como:
Etapas e atores no desenvolvimento de um game.
Formação necessária.
Principais obstáculos.
Melhores caminhos.
E o grande dilema: Especialização ou generalização?
Para a discussão destes assuntos, com foco principal na colocação profissional do estudante de games, compõem a mesa redonda:
Bertrand Chaverot - (a confirmar)
Carlos Estigarribia -
Danilo Almeida - GABBA
Daniel Garcia -
Nicholas Souza - Ubisoft
Mediador
Guilherme Tsubota - e
Participe e comece uma nova fase em sua vida profissional.