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	<title>Guilherme Tsubota &#187; debate</title>
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	<description>criador de GAMES, consultor de tecnologia MOBILE</description>
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		<title>Gaste energia com coisas do bem, também</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 13:12:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos comprovam que quando jogamos algum jogo digital, seja web, console, portátil ou imersivo, o nosso poder de atenção é elevado à potência máxima. Talvez pela ilusão de uma missão épica, como por exemplo salvar o planeta Terra de uma invasão alienígena, sobreviver ao fim dos tempos ou meramente fazer o seu arroz-com-feijão dentro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/fl9pFXzuVWMRvsDcedsY1Q?feat=embedwebsite" target="_blank"><img style="border: 4px solid white;" title="kids playing videogame" src="http://lh6.ggpht.com/_ycW_L8wuFls/S_xUvN9RxyI/AAAAAAAABh0/gXMmq5ZUwMc/s400/kids-playing-video-games.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p>
<p>Estudos comprovam que quando jogamos algum jogo digital, seja web, console, portátil ou imersivo, o nosso poder de atenção é elevado à potência máxima.</p>
<p>Talvez pela ilusão de uma missão épica, como por exemplo salvar o planeta Terra de uma invasão alienígena, sobreviver ao fim dos tempos ou meramente fazer o seu arroz-com-feijão dentro de um mundo virtual para que o seu grupo continue a reinar, o fato é que jogos digitais ativam alguma coisa no cérebro humano que o transportam para outra dimensão.</p>
<p>Falei um pouco sobre isso no artigo "<a title="Feliz Dia dos Professores Guilherme Tsubota" href="http://guilher.me/elucubracoes/feliz-dia-dos-professores-guilherme-tsubota/" target="_self">Feliz Dia dos Professores, Guilherme Tsubota</a>", onde coloco também um vídeo muito legal da minha colega de criação de games Jane Mcgonigal.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JaneMcGonigal_2010-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JaneMcGonigal-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=799&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world;year=2010;theme=the_rise_of_collaboration;theme=new_on_ted_com;theme=media_that_matters;theme=art_unusual;theme=what_s_next_in_tech;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=a_taste_of_ted2010;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JaneMcGonigal_2010-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JaneMcGonigal-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=799&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world;year=2010;theme=the_rise_of_collaboration;theme=new_on_ted_com;theme=media_that_matters;theme=art_unusual;theme=what_s_next_in_tech;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=a_taste_of_ted2010;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Ela fala sobre o uso dessa energia para solucionar problemas complexos da humanidade.</p>
<p>Bom, não vou entrar nos detalhes dessa discussão hoje (a qual concordo), mas sim mostrar um caso prático referente a isso. <strong>Quem não jogou <a title="Google Pacman" href="http://google.com/pacman" target="_blank">Google Pac-Man</a> essa semana que atire a primeira pedra!</strong></p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/oPjHjf1-nnCNwRchPbQi-A?feat=embedwebsite" target="_blank"><img style="border: 4px solid white;" src="http://lh5.ggpht.com/_ycW_L8wuFls/S_xV4Vav71I/AAAAAAAABiA/qm1yYOGNJ78/s400/google_pacman.jpg" alt="" width="400" height="201" /></a></p>
<p>Vocês perceberam quanto tempo vocês perd.... oooops.... ficaram jogando <a title="Google Pacman" href="http://google.com/pacman" target="_blank">Google Pacman</a>!??</p>
<p>Vocês pararam pra pensar nisso? Ok, fiquei só uns 2 minutinhos... nada de mais. Bom, e se contarmos o montante global de tempo jogado nesse singelo game? Tony Wright, do <a href="http://blog.rescuetime.com" target="_blank">The Rescue Time Blog</a> fez os cálculos. <a title="The Rescue Time Blog" href="http://blog.rescuetime.com/2010/05/24/the-tragic-cost-of-google-pac-man-4-82-million-hours/" target="_blank">Leia aqui a reportagem completa</a>.</p>
<p>Tomei a liberdade de transcrever alguns números aqui:</p>
<ul>
<li>Foram <strong>jogadas 4.819.352 horas de Google Pacman em 1 dia</strong> (nos EUA)</li>
<li>Total de <strong>120.484.800 dólares gastos</strong> nesse período (usando como base o americano padrão)</li>
</ul>
<p>Imaginem agora uma empresa de tecnologia média, com 400 funcionários. Se cada um passou 5 minutos do dia jogando o Google Pacman, teremos um total de 2 mil minutos, ou 33,3 horas de 1 pessoa trabalhando.</p>
<p>Isso é quase 1 semana útil de trabalho efetivo.</p>
<p>O que você poderia resolver em 1 semana (lembrando que nessas 33,3 horas, são horas de extrema concentração e atenção)? Acredito que muitos projetos que estavam engavetados, ou problemas mais difíceis poderiam estar nessa listinha.</p>
<p>Ou mesmo algumas coisas mais simples, como por exemplo aprender um instrumento musical! Enjoy!</p>
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		<title>Trânsito não é videogame</title>
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		<pubDate>Fri, 29 May 2009 16:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[games e vida real]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos por os pingos nos i's e cortar os t's, ok? Trânsito não é videogame, entendeu? Trânsito.... t r â n s i t o.... trânnnnssittooo... não. é.  vi - de - o - ga - me. Como é que é? Trânsito não é videogame! Não entendi. Trânsito não é videogame! Mais 1 vez: trânsito não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos por os pingos nos i's e cortar os t's, ok? Trânsito não é videogame, entendeu? Trânsito.... t r â n s i t o.... trânnnnssittooo... não. é.  vi - de - o - ga - me.</p>
<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-462" style="border: 4px solid white;" title="Ratinho da Folha" src="http://guilher.me/wp-content/uploads/2009/05/wbrasil-rato-nota_id23671.jpg" alt="Ratinho da Folha" width="250" height="188" /><strong>Como é que é? Trânsito não é videogame!</strong></em></p>
<p><em><strong>Não entendi. Trânsito não é videogame!</strong></em></p>
<p><em><strong>Mais 1 vez: trânsito não é videogame!</strong></em></p>
<p>Às vezes fico impressionado da necessidade em tratar alguns "adultos" como crianças. Parece que estão ainda com a fralda na bunda, que levam algumas situações como brincadeira infantil, sem medir as consequências. Como se fossem simplesmente levar a bronca da mãe, umas palmadas e tudo estará resolvido.</p>
<p>Não é assim, vou contar 2 fatos recentes, e que me lembraram jogos de videogame, no pior sentido.</p>
<p>Ontem infelizmente eu me senti na largada de um jogo de corrida. Estava parado ao farol na <a title="Joaquim Távora" href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=rua+joaquim+t%C3%A1vora,+s%C3%A3o+paulo&amp;sll=-14.179186,-50.449219&amp;sspn=110.908722,158.203125&amp;ie=UTF8&amp;ll=-23.586211,-46.641254&amp;spn=0.015299,0.019312&amp;z=16&amp;iwloc=A" target="_blank">rua Joaquim Távora</a>, na Vila Mariana, aguardando o semáforo abrir. A rua é inclinada no sentido do fluxo do trânsito, o que já ajuda na "largada". Ao meu lado um Peugeot 206 prata, e atrás algum carro de cor escura, não me lembro a marca nem o modelo. Mas consigo lembrar que o rapaz ao volante estava um tanto impaciente.</p>
<p><img class="size-full wp-image-470 alignnone" title="F1 Cockpit" src="http://guilher.me/wp-content/uploads/2009/05/f1-cockpit2.jpg" alt="F1 Cockpit" width="466" height="350" /></p>
<p>Ao abrir o farol, saí com o meu carro normalmente. O 206 largou na frente, e o rapaz ansioso fez uma curva súbita para a direita, saindo da traseira do meu carro e colando atrás do 206, com uma arrancada forte. Dava para perceber pelo ronco alto da aceleração do carro e pela atitude que ali não tinha uma pessoa responsável.</p>
<p>Enfim, por uma circunstância normal de trânsito, o 206 precisou frear: tinha um carro à sua frente estacionando. Como instinto, joguei o meu carro o máximo que pude para a esquerda, enquanto ouvia o estrondo da batida do apressadinho na traseira do 206. E que estrondo, só pela arrancada imagino que o rapaz estava a quase 40 km/h.</p>
<p>Consegui ouvir os gritos da motorista do Peugeot e do rapaz que bateu, logo após a cantada de pneu e a batida. Subitamente vieram à minha mente 2 imagens, primeiro aquelas cenas de dentro do cockpit de um F1, transmitido pela Globo, quando vão mostrar uma batida por dentro do carro.  A outra imagem são os inúmeros jogos de corrida, onde batidas são normais.</p>
<p>A diferença é que no videogame é só apertar o start que o carro está arrumado e o piloto não sofreu nem um arranhão.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-467" style="border: 4px solid white;" title="Vira-lata preto" src="http://guilher.me/wp-content/uploads/2009/05/vira-lata-preto.jpg" alt="Vira-lata preto" width="321" height="314" />O segundo fato que vou contar foi a morte de um cachorrinho que eu presenciei, na <a title="Avenida Nazaré" href="http://maps.google.com.br/maps?f=q&amp;source=s_q&amp;hl=pt-BR&amp;geocode=&amp;q=av+nazar%C3%A9,+s%C3%A3o+paulo&amp;sll=-14.179186,-50.449219&amp;sspn=110.908722,158.203125&amp;ie=UTF8&amp;z=15&amp;iwloc=A" target="_blank">Avenida Nazaré</a>, no Ipiranga.</p>
<p>Essa avenida começa no Museu do Ipiranga, e termina próximo do início da via Anchieta. Ela é uma avenida bem larga, inclusive com um canteiro central com árvores e espaço para pedestres.</p>
<p>Um sábado de tarde, suportamente tranquilo para dirigir, com pouco trânsito. Estou na faixa próxima da calçada, e subitamente escuto um latido, quase que um grito altíssimo. Como estava devagar, olhei para o lado e consegui brecar logo após presenciar o atropelamento de um vira-lata pretinho, pequeno.</p>
<p>O cão não entendeu o que tinha acontecido, tentou olhar para suas costas, pois foi onde passou o pneu do carro, girou algumas vezes, grunhindo e caiu no meio da pista.</p>
<p><strong>O imprudente, irresponsável, insensível, maldoso do motorista nem parou para ver o que tinha acontecido.</strong> Seguiu seu caminho como se nada tivesse acontecido. Nunca passei pela situação de atropelar um animal, mas imagino que seja impossível não perceber que algo bateu em seu carro.</p>
<p>Enfim, as cenas seguintes foram tristes. Os carros que vinham atrás conseguiram desviar do bichano, que caiu agonizando no meio da rua. Eu parei o meu carro ali mesmo, com pisca alerta e saí pro meio da avenida acenando para os motoristas que vinham e não tinham visto o animal, inclusive um ônibus em velocidade alta (coisa comum em São Paulo).</p>
<p>Carreguei o cachorro até a calçada, e o mesmo não conseguia se mexer mais. Algumas pessoas pararam para olhar, mas nada podia ser feito. Fiz um carinho no cão enquanto sua respiração diminuía, até ele finalmente agonizar e morrer ali. Era parecido como o da foto acima.</p>
<p>Não quero acreditar que o motorista mirou no cachorro. Talvez o bicho tenha corrido pra rua e realmente não fosse capaz de evitar o acidente. <strong>Mas não parar para ver se podia fazer algo!!!???</strong> Faça-me o favor de contar outra história. Isso me lembrou o jogo Carmageddon, onde atropelar pedestres e animais faz você ganhar mais e mais pontos.</p>
<p>Sinceramente não sou especialista em comportamento humano, muito menos psicólogo ou cientista da área. Faço games, apenas. Mas lembro aqui <a title="Jean-Jacques Rousseau" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Jacques_Rousseau" target="_blank">Jean-Jacques Rousseau</a> e sua teoria do bom selvagem: "O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe".</p>
<p>O que leva uma pessoa a ter cuidado com os animais, e outra apedrejar? Por que alguns sentam ao volante de um carro e se transformam, e outros se preocupam e parar para deixar um pedestre atravessar a rua? Se o meio corrompe o homem, seria o videogame uma fonte de influência nisso? Em que proporção?</p>
<p>Recentemente acompanhei a discussão do meu colega de trabalho Caio Teixeira e o professor Valdemar Setzer (<a title="Caio e Setzer" href="http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/03/18/setzer-eu/" target="_blank">parte 1</a>, <a title="Caio e Stzer" href="http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/04/07/setzer-eu-a-resposta/" target="_blank">parte 2</a>, <a title="Caio e Setzer" href="http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/04/08/setzer-eu-a-resposta-2-parte/" target="_blank">parte 3</a>, <a title="Caio e Setzer" href="http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/04/09/setzer-eu-o-final-1-parte/" target="_blank">parte 4</a>, <a title="Caio e Setzer" href="http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/04/13/setzer-eu-o-final-2-parte-agora-acabou-mesmo/" target="_blank">parte 5</a>). Uma discussão interessante, onde no meu ponto de vista não existe ganhador. o professor Setzer, na minha visão, é um extremista. Não acredito que não ter televisão ou videogame em casa seja a solução para os problemas. Sou a favor do bom senso, em tudo.</p>
<p>Mas também acredito que sim, videogame influencia, como tudo na vida. Por exemplo, a partir do momento que uma criança bebe pela primeira vez na sua vida um refrigerante, aquela sensação influenciou ela, seja na saúde ou no psicológico. Talvez ela odeie refrigerante pelo ardor que a soda causa na língua, ou talvez ela passe a amar aquela sensação. Isso irá ditar consequências para o resto da vida dela. Talvez, se ela passar a vida tomando refrigerante, ela seja uma pessoa mais gorda ou doente, ou talvez não.</p>
<p>O mesmo vale para qualquer coisa, como o videogame. Será que brincar com um jogo de luta alucinadamente vai deixar a criança mais calma, ou mais nervosa? Ou não vai alterar em nada? Ou será que irá ensinar algo que ela poderá utilizar em algum momento da sua vida e ser positivo?</p>
<p>Questões que deixo para os especialistas.</p>
<p>Só sei que trânsito não é competição. Chegar poucos instantes mais cedo no compromisso não é o grande prêmio. Respeito a vida sim é o troféu que ganhamos quando levamos tudo isso a sério.</p>
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		<title>Jogos politicamente incorretos</title>
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		<pubDate>Fri, 08 May 2009 16:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
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		<description><![CDATA[Sei que (infelizmente) faz parte da natureza humana (e que natureza..) o sentimento negativo de guerra, maldade, destruição. Hipocrisia à parte, todo mundo dá risadas ao assistir o tombo de um alguém, uma situação "engraçada" do coitado se machucando. Isso você pode observar lembrando todas as vezes que assistiu as vídeo cassetadas do Faustão. Não era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-394" title="sikalosoft baby shaker" src="http://guilher.me/wp-content/uploads/2009/05/sikalosoft-baby-shaker.jpg" alt="sikalosoft baby shaker" width="420" height="202" /></p>
<p>Sei que (<strong>infelizmente</strong>) faz parte da natureza humana (e que natureza..) o sentimento negativo de guerra, maldade, destruição. Hipocrisia à parte, todo mundo dá risadas ao assistir o tombo de um alguém, uma situação "engraçada" do coitado se machucando.</p>
<p>Isso você pode observar lembrando todas as vezes que assistiu as vídeo cassetadas do Faustão. Não era engraçado? Você não deu risada?</p>
<p>Bom, recentemente a empresa Sikalosoft lançou um jogo para iPhone onde o objetivo é chacoalhar o bebê até ele parar de chorar, o Baby Shaker. Você na verdade faz o movimento com o aparelho que simula a situação toda. Esse game gerou tanto burburinho negativo para a Apple fazendo com que a mesma tirasse o jogo da sua loja online. O valor era de 99 centavos de dólar por download.</p>
<p>No <a title="blog Mãe com Filhos" href="http://www.maecomfilhos.com.br/blog/blog.php?blog=MTk4" target="_blank">blog Mãe com Filhos você pode ler mais sobre o assunto</a>, inclusive sobre a Síndrome do Bebê Sacudido.</p>
<p>Jogos com perfis irônicos (ou sádicos) existem aos montes. Lembro aqui o jogo Michael Jackson Baby Drop, baseado no dia que ele pendurou seu filho na sacada do hotel em Berlim, Alemanha. O popstar foi louco de fazer isso? Ok, ele é louco....  </p>
<p><object width="400" height="250" data="http://cdn-i.dmdentertainment.com/funpages/cms_content/1495/MJ_Baby_Drop_web_version_FLA_HB5.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="name" value="MJ_Baby_Drop_web_version_FLA_HB3.swf" /><param name="src" value="http://cdn-i.dmdentertainment.com/funpages/cms_content/1495/MJ_Baby_Drop_web_version_FLA_HB5.swf" /><param name="quality" value="high" /></object></p>
<p>....ou louca é a empresa que aproveitou essa situação na mídia para se projetar e ganhar mais alguns cliques no seu site? Ele não apresentou nenhuma evolução ou idéia criativa, e tecnicamente é um jogo muito fácil de fazer, assim como diversos outros que vemos diariamente aproveitando situações da vida real:</p>
<ul>
<li>A sapatada no Bush</li>
<li>As torres gêmeas</li>
<li>O enforcamento do Saddan</li>
<li>e por aí vai...</li>
</ul>
<p>Novamente levanto a questão sobre esses jogos politicamente incorretos: culpa da empresa, culpa de quem joga? Culpa de todo mundo?</p>
<p>Outra abominação para a indústria dos games é o jogo lançado pela iSnort, para iPhone. Praticamente você cheira cocaína nele!!!! Ok, você não "cheira", mas simula o fato. Vejam o vídeo abaixo:</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/-j-DGrWry6k&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-j-DGrWry6k&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>É legal? Divertido? Creio que não, ao menos pra mim....  e acho que mesmo quem é dependente químico da cocaína, duvido que achará graça desse tipo de coisa. No final a pessoa sabe que não é algo "do bem".</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/lh/photo/bARdTzU5tj_GvnP3knOvZQ?feat=embedwebsite" target="_blank"><img class="alignleft" style="border: 4px solid white;" src="http://lh5.ggpht.com/_ycW_L8wuFls/SgMYj3hqEkI/AAAAAAAAAoE/IDIHiR8bnF0/s288/rapelay.jpg" alt="" width="288" height="194" /></a>E pra fechar a sessão Os Abomináveis Jogos, lembro do jogo sobre pedofilia. Foi pauta de diversos veículos recentemente, um jogo cujo intuito era "ensinar" às crianças que pedofilia é algo "normal". Criança é uma esponja de aprendizado, tudo o que ela vê ela absorve. Ao jogar isso, ela pode pensar que o ato é normal.</p>
<p>Um absurdo, e crimonosos como os criadores desse "jogo" só estragam a nossa indústria da diversão eletrônica. Além do que deveriam estar presos!</p>
<p>Leia mais em: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090324/not_imp343718,0.php">http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090324/not_imp343718,0.php</a></p>
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		<title>SE JOGA &#8211; como foi o debate da IGDA na Campus Party 2009</title>
		<link>http://guilher.me/palestras/se-joga-como-foi-o-debate-da-igda-na-campus-party-2009/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 19:43:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aconteceu na Campus Party 2009, dia 21/01,  às 21h (com o devido atraso, 21h20) o SE JOGA - Como entrar no competitivo mercado de games, debate promovido pela IGDA São Paulo destinado às pessoas que desejam trabalhar com games, principalmente estudantes da área. Estavam presentes na mesa profissionais renomados do mercado:  Carlos Estigarribia (EA Mobile), Danilo Almeida (GABBA), Daniel Garcia (Abdução) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu na <a title="Campus Party 2009" href="http://www.campusparty.com.br">Campus Party 2009</a>, dia 21/01,  às 21h (com o devido atraso, 21h20) o <a title="SE JOGA" href="http://guilher.me/games/se-joga-como-entrar-no-competitivo-mercado-de-games/">SE JOGA - Como entrar no competitivo mercado de games</a>, debate promovido pela <a title="IGDA São Paulo" href="http://www.igda.org/saopaulo" target="_blank">IGDA São Paulo</a> destinado às pessoas que desejam trabalhar com games, principalmente estudantes da área.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a title="Campus Party 2009 por Guilherme Tsubota, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/guilhermetsubota/3218415866/"><img title="debate IGDA na Campus Party Brasil 2009" src="http://farm4.static.flickr.com/3264/3218415866_6b0cd60f56.jpg" alt="Campus Party 2009" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">participantes da Ubisoft, EA, Gabba e Abdução. Mediação por Guilherme Tsubota.</p></div>
<p>Estavam presentes na mesa profissionais renomados do mercado:  Carlos Estigarribia (EA Mobile), Danilo Almeida (GABBA), Daniel Garcia (Abdução) e Nicholas Souza (Ubisoft), além do mediador que aqui escreve, Guilherme Tsubota <img src='http://guilher.me/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fiz uma breve apresentação de cada um dos participantes. Danilo é formado em Design Digital, Carlos é Engenheiro da Computação formado pela PUC-Rio,  Daniel estudou Comunicação Social (PP) e Nicholas é bacharel em Game Design pela Anhembi-Morumbi (1a turma de formandos).</p>
<p>Cada um contou um pouco a sua tragetória profissional até o momento atual. É interessante observar que todos afirmaram o "amor" aos games. Realmente, o caminho não é fácil, as vagas são poucas e esse mercado não é dos maiores salários. Para conseguir uma boa vaga tem que ser um bom profissional, comprometido, apresentar resultados, <strong>ter foco</strong> e fé.</p>
<p>Sim, fé. A palavra fé foi dita diversas vezes. <img src='http://guilher.me/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />    será que isso é para assustar ou incentivar os estudantes do setor? Ou será que é a dura realidade do mercado? Gosto de apostar na realidade, pois assim como em qualquer vertical, trabalhar com games requer perseverança e constante atualização do profissional.</p>
<p>Como diz um amigo, No Pain No Gain!</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a title="Campus Party 2009 por Guilherme Tsubota, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/guilhermetsubota/3217566323/"><img title="debate IGDA na Campus Party Brasil 2009" src="http://farm4.static.flickr.com/3297/3217566323_b349167d13.jpg" alt="Campus Party 2009" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">debate IGDA na Campus Party Brasil 2009</p></div>
<p>A filosofia Nike também tem tudo a ver: <strong>Just Do it</strong>. Você quer batalhar por um bom emprego? <strong>Faça</strong>. Faça demos, crie personagens, roteiros. Faça animações, modelagem 3D. Programe, crie código. É fundamental mostrar o que você sabe fazer, ter o seu portfólio. Por que não criar um blog com tudo isso?</p>
<p>É consenso entre todos da mesa a contratação de pessoas que mostraram serviço, de alguma forma. Você não precisa criar um jogo completo, mas mostrar potencial.</p>
<p>Outro ponto interessante foi a discussão sobre o profissional especialista x generalista. Aquela pessoa que faz tudo está em baixa nesse momento nas empresas de games. A necessidade principal são os especialistas: programação, design, roteiro, trilha sonora, modelagem 3D, game designer. Foque na área que mais lhe agrada e estude, evolua, mostre seu portfólio.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a title="Campus Party 2009 por Guilherme Tsubota, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/guilhermetsubota/3218415134/"><img title="debate IGDA na Campus Party 2009" src="http://farm4.static.flickr.com/3502/3218415134_6067696f44.jpg" alt="Campus Party 2009" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">profissionais reunidos antes do debate: Tsubota (iG/8D), Carlos (EA), Nicholas (Ubisoft) e Daniel (Abdução)</p></div>
<p>A velha discussão sobre pirataria foi um dos temas. Infelizmente é algo complexo, que envolve desde a atuação das empresas, profissionais, acadêmicos, até a cultura do próprio consumidor. Não é só o fato de um game custar aproximadamente 200 reais. Também não é só o fato do brasileiro querer tudo de graça.</p>
<p>Aliás, foi interessante a metáfora do jogo pirata com uma festa. O brasileiro, via de regra, quer sempre dar um "jeitinho", por exemplo entrar de graça em uma festa. Vale até falar que é amigo do baterista! Se ele é assim por criação, por que não querer um jogo de "graça" também? (assunto complicado)</p>
<p>Nicholas falou algo muito interessante. Um jogo pirata custa em média 10 a 20 reais.  Quem compra jogo pirata, geralmente compra uma média de 5 a 10 jogos por vez. O fato é que essa pessoa não joga nenhuma das suas aquisições a fundo, não "zera" nenhum jogo. Oras, por que não comprar um jogo original e realmente aproveitá-lo ao máximo? Jogar diversas vezes, "zerar" o game, curtir todas as fases?</p>
<p>No final, a sensação de aproveitamento do investimento é muito maior! Particularmente, gostei desse ponto. Parabéns, Nicholas.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/dph2J1R-03o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dph2J1R-03o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Para finalizar, gostaria de agradecer as diversas iniciativas de profissionais espalhados pelo nosso Brasil para ajudar a indústria dos games. Somos pioneiros, isso é fato. E como todo pioneirismo, muitos ficam pelo caminho, poucos efetivamente vencem. Mas todos foram fundamentais para abrir as portas para a próxima geração de profissionais. Tenho <strong>fé</strong> que o trabalho que fazemos hoje para divulgar e profissionalizar esse mercado será reconhecido no futuro.</p>
<p>Há pouco tempo não imaginávamos um estúdio como a Ubisoft no Brasil. E agora é tanto realidade que ele cresceu com a <a title="Ubisoft compra Southlogic" href="http://www.gamereporter.org/2009/01/21/ubisoft-compra-southlogic/" target="_blank">aquisição da tupiniquim-gaúcha Southlogic</a>. Maravilha, ponto para nós! Apesar de ser ótimo, quero ver notícias de profissionais sendo reconhecidos, contratados, estúdios startups aparecendo e coisa do tipo.</p>
<p>Boa sorte a todos.</p>
<p><a title="Campus Party 2009 por Guilherme Tsubota, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/guilhermetsubota/3218414482/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3377/3218414482_6e0a8f40f6.jpg" alt="Campus Party 2009" width="500" height="375" /></a></p>
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		<title>SE JOGA! Como entrar no competitivo mercado de games.</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 20:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[igda]]></category>

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		<description><![CDATA[A IGDA - International Game Developers Association promoverá no dia 21 de janeiro, a partir das 21h, o debate "Se joga! Como entrar no competitivo mercado de games" durante o Campus Party 2009, nas dependências do Centro Imigrantes, em São Paulo (SP). Destinado a estudantes e profissionais que desejam ingressar no mercado de games e não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="Campus Party 2009 por Guilherme Tsubota, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/guilhermetsubota/3201478213/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3101/3201478213_c7a341fdfd_o.gif" alt="Campus Party 2009" width="211" height="95" /></a><a title="IGDA por Guilherme Tsubota, no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/guilhermetsubota/3201480739/"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3309/3201480739_a25eab1fa1_o.gif" alt="IGDA" width="273" height="62" /></a></p>
<p>A <a title="IGDA" href="http://www.igda.org" target="_blank">IGDA</a> - International Game Developers Association promoverá no dia 21 de janeiro, a partir das 21h, o debate "Se joga! Como entrar no competitivo mercado de games" durante o <a title="Campus Party" href="http://www.campusparty.com.br" target="_blank">Campus Party 2009</a>, nas dependências do Centro Imigrantes, em São Paulo (SP).</p>
<p>Destinado a estudantes e profissionais que desejam ingressar no mercado de games e não sabem por onde começar, o debate ajudará os participantes a passarem para a próxima fase, tratando de temas como:</p>
<ol>
<li>Etapas e atores no desenvolvimento de um game.</li>
<li>Formação necessária.</li>
<li>Principais obstáculos.</li>
<li>Melhores caminhos.</li>
<li>E o grande dilema: Especialização ou generalização?</li>
</ol>
<p>Para a discussão destes assuntos, com foco principal na colocação profissional do estudante de games, compõem a mesa redonda:</p>
<ul>
<li><strong>Bertrand Chaverot</strong> - <a title="Ubisoft" href="http://www.ubisoft.com" target="_blank">Ubisoft</a> (a confirmar)</li>
<li><strong>Carlos Estigarribia</strong> - <a title="EA Mobile" href="http://www.eamobile.com/" target="_blank">EA Mobile</a></li>
<li><strong>Danilo Almeida</strong> - GABBA</li>
<li><strong>Daniel Garcia</strong> - <a title="Abdução" href="http://abducao.com.br/" target="_blank">Abdução</a></li>
<li><strong>Nicholas Souza</strong> - Ubisoft</li>
</ul>
<p>Mediador</p>
<ul>
<li><strong>Guilherme Tsubota</strong> - <a title="iG" href="http://www.ig.com.br" target="_blank">iG</a> e <a title="8D Digital" href="http://8D.com.br" target="_blank">8D</a></li>
</ul>
<p>Participe e comece uma nova fase em sua vida profissional.</p>
<p><strong><a title="IGDA São Paulo" href="http://www.igda.org/saopaulo/" target="_blank">IGDA Capítulo São Paulo</a></strong></p>
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