Hoje fui surpreendido por uma inovação publicitária! Ela existe desde 2008, mas apenas hoje chegou ao meu conhecimento.
Estava caminhando nas imediações da rua Iguatemi (SP), quando um promotor me abordou com um panfleto. Pensei que era mais uma daquelas promoções sem graça, mas vi que era um papel diferente, tipo um papelão, então resolvi parar pra ouvir a explicação.
Era o , criado pelo . É simples, você molha o papel, planta em uma terra boa e vai cuidando do vasinho, até a plantinha brotar, crescer e dar flores!
Fantástico! Chega daqueles saquinhos plásticos grampeados em folhetos mal feitos. Aqui é uma folha de papel reciclado, uma bela lição para todos. Publicidade com consciência e utilidade pública.
Algumas disciplinas são notoriamente conhecidas como bicho-papão da garotada na escola.
Bom, via de regra a maioria não gosta de estudar (hehehe), mas acredito que Matemática, Física e Química são as matérias campeãs na desaprovação do gosto dos alunos.
Lembro de alguns professores do ginásio que faziam musiquinhas, contavam histórias, piadas e até faziam desenhos pra deixar a aula menos chata e tentar reter a atenção dos alunos. Mas no dia da prova era a mesma coisa de sempre: notas baixas, nervosismo, gente estressada e odiando a matéria.
Pensando nisso nasceu o projeto ! Nada melhor do que a própria explicação dos autores para entender os fundamentos do jogo.
Sobre o Jogo
Durante o último século, as experiências realizadas em diversos aceleradores de partículas foram capazes de ampliar e aprofundar nossa visão sobre o interior da matéria. Hoje sabemos que prótons e nêutrons, que compõem o núcleo atômico, são partículas compostas de quarks, constituintes ainda mais fundamentais. Seis quarks (up, down, strange, charm, bottom, top), seis léptons (elétron, múon, tau e seus três respectivos neutrinos), além das partículas responsáveis pelas interações forte, fraca e eletromagnética (glúon, W, Z e fóton), formam o quadro atual das partículas subatômicas. Esse cenário é muito distinto daquele ensinado hoje em dia nas escolas do ensino médio. A visão que os estudantes possuem da estrutura da matéria permanece estagnada no conceito atômico do início do século passado.
Uma solução encontrada para diminuir essa defasagem de quase um século de conhecimento foi a criação de um jogo educativo que permitisse ao jogador aprender os conceitos básicos sobre a composição da matéria através da tarefa de construir partículas subatômicas a partir de seus constituintes mais fundamentais. Reduzido à escala subatômica, o pequeno demiurgo comanda uma nave miniaturizada e tem como uma de suas primeiras missões capturar partículas, usando um sofisticado “campo de energia” e, em seguida, levá-las ao laboratório para que sejam analisadas.
Enquanto se diverte cumprindo essas missões, o jogador acaba aprendendo conceitos de partículas elementares, como léptons e quarks, a composição dos hádrons (principalmente prótons e nêutrons), o conceito de carga de cor e a interação forte que ocorre entre mésons e bárions, o decaimento de partículas e noções de escala subatômica. Vale destacar que este jogo foi desenvolvido no Brasil, patrocinado pelo SPRACE e com o apoio financeiro do CNPq, através do edital de “Apoio a Projetos de Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia”. O jogo foi produzido pela empresa de consultoria brasileira Summa Technology+Business e desenvolvido pela Black Widow Games Brasil.
Durante o último século, as experiências realizadas em diversos aceleradores de partículas foram capazes de ampliar e aprofundar nossa visão sobre o interior da matéria. Hoje sabemos que prótons e nêutrons, que compõem o núcleo atômico, são partículas compostas de quarks, constituintes ainda mais fundamentais. Seis quarks (up, down, strange, charm, bottom, top), seis léptons (elétron, múon, tau e seus três respectivos neutrinos), além das partículas responsáveis pelas interações forte, fraca e eletromagnética (glúon, W, Z e fóton), formam o quadro atual das partículas subatômicas. Esse cenário é muito distinto daquele ensinado hoje em dia nas escolas do ensino médio. A visão que os estudantes possuem da estrutura da matéria permanece estagnada no conceito atômico do início do século passado.
Uma solução encontrada para diminuir essa defasagem de quase um século de conhecimento foi a criação de um jogo educativo que permitisse ao jogador aprender os conceitos básicos sobre a composição da matéria através da tarefa de construir partículas subatômicas a partir de seus constituintes mais fundamentais. Reduzido à escala subatômica, o pequeno demiurgo comanda uma nave miniaturizada e tem como uma de suas primeiras missões capturar partículas, usando um sofisticado “campo de energia” e, em seguida, levá-las ao laboratório para que sejam analisadas.
Enquanto se diverte cumprindo essas missões, o jogador acaba aprendendo conceitos de partículas elementares, como léptons e quarks, a composição dos hádrons (principalmente prótons e nêutrons), o conceito de carga de cor e a interação forte que ocorre entre mésons e bárions, o decaimento de partículas e noções de escala subatômica. Vale destacar que este jogo foi desenvolvido no Brasil, patrocinado pelo SPRACE e com o apoio financeiro do CNPq, através do edital de “Apoio a Projetos de Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia”. O jogo foi produzido pela empresa de consultoria brasileira Summa Technology+Business e desenvolvido pela Black Widow Games Brasil.
Faculdade é uma época gostosa, divertida. Fazemos muitos amigos, alguns momentâneos e alguns para toda vida. Aliás, é a parte da vida em que tudo é novo, o momento em que direcionamos boa parte do que vai acontecer conosco nos dias que se sucedem.
Nos tornamos adultos na faculdade. Muitos saem de casa para ir morar sozinhos, longe dos pais, em outra cidade. Outros continuam sob a "saia da mãe", mas com uma liberdade nunca antes percebida. Ir e vir livremente, passear, curtir uma balada com os amigos, ir no jogo de futebol, viajar sem pedir permissão.
É legal curtir essa fake liberdade.
Ahhh.. bebi demais, deu dor de barriga. Tudo bem, sempre tem alguém que vai te ajudar. Ahhh... faltou um trocado pra comprar aquele livro. Tudo bem, papai paga. Ahhhhh.... queria tanto uma roupa nova. Então.
Freud deve explicar, mas como não sou psicólogo, apenas um criador de Games e observador nato, eu fico percebendo o rumo que as vidas de alguns alunos tomam no decorrer dos anos. É nítido separar os que terão sucesso, ou ao menos estão mais preparados para enfrentar o "mundão", daqueles que estão passando por aqui.
Veja bem, não quero dizer que o nerd ou "CDF" de carteirinha seja o mais bem preparado. Pelo contrário, muitas vezes percebo que esses coitados estudiosos não se dão tão bem na vida adulta. Estudar é fácil, enfrentar um chefe chato e pedante nem tanto.
Também o "safo", o "espertão", o "levo-a-vida-numa-boa" muitas vezes passa por alguns perrengues pesados, afinal ele tem jogo de cintura, mas às vezes falta-lhe o triunvirato calça - cinto - carteira para enfrentar os problemas (contas, comida, aluguel, combustível, etc). O eterno "crianção".
Veja bem, estou apresentando extremos de uma sociedade estudantil que vive em um ambiente controlado: a universidade. Nada do que aqui escrevo é regra, apenas constatações. E baseado nisso eu sempre tento dar algumas dicas para melhor preparar pra vida profissional dos que estão próximos de mim:
estude
não perca tempo
preste atenção
faça o que é necessário fazer, e um pouco mais
escute os bons conselhos e deixe pra lá as más insinuações
não tenha medo
respeite
sorria
Parece fácil, mas não é.
Queridos alunos, não se esqueçam que estando em faculdade pública ou privada, você está ali porque de alguma forma os seus pais o fizeram. Eles acreditam e você e torcem por isso, não desperdice. Foram anos de investimento levando / trazendo da escola, comprando material, uniforme, fazendo a prova da lição de casa, preparando o lanche, reuniões de pais e mestres, festas juninas, trabalhos e pesquisas escolares, etc.. etc.. etc.
Então, antes que caia na armadilha da vida real e se dê mal, "acorda" e sai do barzinho, Zezinho!!!!
Sábado eu e a Érika Caramello, da , fomos prestigiar o 1 Festival de Criação e Desenvolvimento de Games da PUC-SP. Uma bela iniciativa, para incentivar os alunos a trabalharem e mostrarem o seu trabalho ao mercado.
O festival foi bem interessante!
Tivemos a presença da banda Game Boys, tocando clássicos dos games, divertindo a galera. Fizeram a abertura do festival e o encerramento. Acho que foi mais de 1 hora e meia de som gamer, a galera curtiu!
Nosso amigo e professor (da PUCSP e da ) Dolemes, do , fez as honras do evento. Aliás, parabéns Dolemes pelo belo trabalho, e aos demais envolvidos no projeto.
Tivemos a palestra sobre desenvolvimento de games em XNA para XBOX 360, com o Alexandre Chohfi.
Em seguida os alunos apresentaram os seus jogos, alguns totalmente finalizados, outros ainda com muito por fazer. O legal é perceber a empolgação e a alegria em trabalhar com o que gosta. Isso é fundamental para o sucesso profissional em qualquer área, ainda mais em game, onde trabalharmos para entretar os outros.
Fui um dos jurados. Aliás, um jurado chato.... eu sempre me preocupo com a questão Criatividade e Valor de Mercado. Afinal, estamos na indústria dos games porque levamos a brincadeira a sério!
É legal fazer games do estilo que gostamos de jogar. Mas como profissionais precisamos fazer games que o mercado quer, que o cliente deseja, que o consumidor procura. Muitas vezes são jogos "chatos" aos olhos do gamer, mas quem faz jogos, faz por paixão e não tem "tempo ruim".
Jogos casuais, focados em nicho de mercado ou educacionais são uma boa saída, com muita demanda e poucos profissionais qualificados no mercado. Nesse festival vi alguns jogos que foram nessa via, obviamente não finalizados para serem comercializados, mas com bom potencial.
Aos ganhadores do Festival, meus parabéns! São os alunos:
Isabel, na categoria EDUCACIONAL.
Guilherme Sena, na categoria MOD.
O grupo Ronaldo, Lucas, Francisco e Bruno na categoria INOVAÇÃO.
Gilberto, na premiação TOP, sendo a ESCOLHA ESPECIAL DO JÚRI.
Todos foram premiados com jogos originais (é claro!), além de pendrives. Ao vencedor do prêmio TOP, Gilberto, um receptor de TV Digital e , entregue pela professora e sócia da 8D, Érika Caramello.
É isso aí Gilberto, "no pain no gain"!!!!! Trabalhou, ralou e ganhou. Parabéns!
Ao final não podia faltar a foto oficial do evento, com os professores do curso de Jogos Digitais presentes no festival, os alunos participantes, Dolemes do e do Tsubota aqui, eterno entusiasta dos games!
Acontece amanhã, 28 de Março de 2009, sábado, o 1º Festival PUC-SP de Criação e Desenvolvimento de Games.
Estarei presente para ajudar o júri a decidir qual é o melhor jogo, em todos os quesitos! Sinceramente estou bem curioso para ver o resultado do trabalho dos alunos. Faço uma aposta: 99% dos jogos são com visual 3D e a grande maioria será algo relacionado a seres mitológicos ou fantasia.
Gostaria muito de ver algum jogo da old school, ou um casual game matador! Sinto falta de diversidade entre os alunos de games das faculdades que visito. Basicamente todos criam jogos para si, jogos que eles gostaria de jogar. Mas o mercado precisa de outra coisa, o mercado precisa que as suas necessidades sejam supridas. Pra isso vai muita pesquisa, estudo e "mente aberta" sobre o que o cliente deseja.
Parabéns a pela iniciativa, e a por disponibilizar um dos prêmios para os vencedores com 1 voucher para qualquer .
Grupo sem fins lucrativos esteve no Brasil para ensinar a arte de criar jogos de videogame para comunidades carentes. Nosso amigo participou como multiplicador e reforçou sua crença nos games como instrumento de educação e cultura.
O Bordergames nasceu com um grupo de artistas, educadores e idealizadores na Espanha. Como o próprio nome diz, são os Jogos de Fronteira. Mas que fronteira? Fronteiras sociais, educacionais, de oportunidades e de todas as diferenças possíveis e imagináveis que possam levar uma pessoa ao mundo da criação de jogos digitais.
Recentemente o pessoal da Bordergames esteve em São Paulo e eu participei dos workshops para multiplicadores. Foram selecionadas dez pessoas, com diversos perfis, para divulgar e disseminar o conhecimento adquirido durante três dias de convivência.
É uma iniciativa fantástica. Sem fins lucrativos, eles tentam ensinar a arte de criar jogos de videogame para comunidades carentes. Utilizando a engine da Torque 3D, cada edição do Bordergame cria um jogo relacionado à comunidade em questão.
Aqui em São Paulo foi o CEU de Alvarenga o escolhido para acolher os nossos amigos do Bordergames. Durante 15 dias eles trabalharam com as crianças para criar o conceito do jogo, fazer pesquisa de campo e referências, tirar fotos, fazer entrevistas, bolar o jogo, o cenário, atores, roteiro e o desenvolvimento.
Essa experiência só reforçou em mim a certeza de que a educação é o caminho para a solução de todos os males. As crianças que vivem em uma região pobre, que é o Alvarenga, cercadas por um certo preconceito, mostraram com trabalho e criatividade o que são capazes. Quem poderia imaginar que dali sairia um jogo reconhecido (agora pela Bordergames) internacionalmente?
Game não é só o fabricado por grandes estúdios, com somas milionárias e gráficos maravilhosos. Game é educação, cultura. Game tem um fundamento que pode ajudar desde aquela pessoa doente no hospital, até aquela doente na alma do dia-a-dia, da podridão que existe em todos os níveis da sociedade.
Vejo nos games um potencial mercado, não só com jogos para gamers, mas jogos para todos. Desde a educação infantil, até a psicologia. Muito pode ser trabalhado, com as ferramentas adequadas, a instrução apropriada e a vontade, a garra e a convicção de algumas pessoas empreendedoras, que querem levar para a sua região novos horizontes. Quem sabe não presenciamos o nascimento de uma nova fonte de renda e educação na região do Alvarenga?
Espero em breve, com o Gamecamp, realizar um evento semelhante ao Bordergames, porém com uma abordagem mais regional e com resultados tão bons quantos. Quem quiser me ajudar nessa, é só entrar em contato.
O Bordergames nasceu com um grupo de artistas, educadores e idealizadores na Espanha. Como o próprio nome diz, são os Jogos de Fronteira. Mas, que fronteira? Fronteiras sociais, educacionais, de oportunidades e de todas as diferenças possíveis e imagináveis que possam levar uma pessoa ao mundo da criação de jogos digitais.
Recentemente o pessoal da Bordergames esteve em São Paulo, e eu participei dos workshops para multiplicadores. Foram selecionadas 10 pessoas, com diversos perfis, para divulgar e disseminar o conhecimento adquirido durante 3 dias de convivência.
É uma iniciativa fantástica. Sem fins lucrativos, eles tentam ensinar a arte de criar jogos de videogame para comunidades carentes. Utilizando a engine da Torque 3D, cada edição do Bordergame cria um jogo relacionado à comunidade em questão.
Aqui em São Paulo foi o CEU de Alvarenga o escolhido para acolher os nossos amigos do Bordergames. Durante 15 dias eles trabalharam com as crianças para criar o conceito do jogo, fazer pesquisa de campo e referências, tirar fotos, fazer entrevistas, bolar o jogo, o cenário, atores, roteiro e o desenvolvimento. O resultado vocês podem ver aqui, na galeria de fotos.
Essa experiência só reforçou em mim a certeza de que a educação é o caminho para a solução de todos os males. As crianças que vivem em um região pobre, que é o Alvarenga, cercadas por um certo preconceito, mostraram com seu trabalho e criatividade do que são capazes. Quem poderia imaginar que dali sairia um jogo reconhecido (agora pela Bordergames) internacionalmente?
Game não é só o fabricado por grandes estúdios, com somas milionárias e gráficos maravilhosos. Game é educação, cultura. Game tem um fundamento que pode ajudar desde aquela pessoa doente no hospital, até aquela doente na alma do dia-a-dia, da podridão que existe em todos os níveis da sociedade.
Vejo nos games um potencial mercado, não só com jogos para gamers, mas jogos para todos. Desde a educação infantil, até a psicologia. Muito pode ser trabalhado, com as ferramentas adequadas, a instrução apropriada e a vontade/garra/convicção de algumas pessoas empreendedoras, que querem levar para a sua região novos horizontes. Quem sabe não presenciamos o nascimento de uma nova fonte de renda e educação na região do Alvarenga?
Espero em breve, com o Gamecamp, realizar um evento semelhante ao Bordergames, porém com uma abordagem mais regional e com resultados tão bons quantos. Quem quiser me ajudar nessa, é só entrar em contato.