O senhor gostava de ser franco. E num desses devaneios falou sobre o Second Life. Não comentarei nada a respeito, mas deixo aqui as suas palavras, uma pequena homenagem a esse Nobel da Literatura.
E por acaso a Adobe utilizou um garbage collection bem otimizado? Montou alguns loopings e algoritmos visando a melhor performance? Não sei. Interessa pra você?
Por outro lado, você sabe o que acontece nas entranhas da máquina virtual do Java? Você sabe o que a Apple faz para gerar o app que você programa no Xcode? Quem garante que eles são mais ou menos preocupados que a Adobe nesse quesito?
A não ser que você trabalhe com uma linguagem de montagem como Assembly, ou sendo menos radical e falando de C (com alocação de memória manual), você não pode garantir o que o fornecedor está te oferecendo de tecnologia.
Bom, isso não prova nada. Foi uma tática para dispersar a atenção da discussão, vestir a carapuça de santa da história e assim aumentar seu domÃnio sobre o market share de desenvolvedores.
Pergunto para o tio Stevie.... por que não liberam o Xcode para Windows e Linux? Por causa das dependências do sistema operacional? Ahhhhh... faça-me o favor, vai ver se estou na esquina!
Escrevi esse post no dia dos professores de 2009. Não o publiquei e não publicarei, mas resolvi fazer uma carta sobre algumas coisas que eu penso a respeito dos profissionais, professores e instituições de ensino.
Entre 1997 e 1999 convivi com pessoas iluminadas no (Programas de Estudos e Pesquisas no Ensino da Matemática), um grupo criado na PUCSP com 4 pilares:
a formação inicial de professores que trabalham com Matemática
a formação continuada de professores em serviço
a pesquisa em ensino de Matemática
a elaboração e difusão de documentos para educadores
E 2 objetivos:
Contribuir para formação inicial e continuada dos professores de Matemática
Prestar serviços à Comunidade
O segundo objetivo - prestar serviços à Comunidade - sempre me incomodou. Mas aquele incômodo bom, do bem, que faz você se mexer e fazer algo melhor, sabe?
Eu mesmo, faço games. O que um game pode levar de bom para o futuro do planeta?
Talvez diminuia o estresse de uma pessoa no final do dia e assim evite problemas cardÃacos? Ou permita com que ela não faça nenhuma "besteira" maior?
Sobre isso, eu compartilho o que minha colega de profissão, Jane McGonigal, disse em sua palestra no TED: "".
Basicamente, Jane diz que se conseguÃssemos usar a energia e concentração que as pessoas utilizam enquanto jogam, para outros fins mais nobres, muitos problemas do nosso planeta seriam facilmente resolvidos.
E onde, teoricamente, essas iniciativas deveriam existir em maior quantidade? Nas universidades, antro dos "seres iluminados" que vizam o conhecimento em prol do homem.
Bom, sinto em dizer que desisti da academia. Quando senti na pele a sujeira do mundo corporativo (falando do lado sujo da coisa) na facudade, eu desisti. Apesar de seguir todo o procedimento das regras da universidade descritas no edital para seleção de um professor para o curso "Jogos Digitais", passar por todo o processo seletivo com a entrega de documentos, aula aberta para uma bancada, etc etc etc....  descobri que uma indicação que não passou pelo processo conseguiu a vaga.
Acredito e conheço ainda alguns professores e escolas que seguem a tradição Mestre - Aluno. Não na sua rigidez, mas sim no conceito de aprendizagem. Não quero dar aula para um aluno que não me respeita como professor, ou que nem me dá a chance de mostrar o que eu posso contribuir para a vida dele. Eu acredito que a "evolução" (bah!) da sociedade, das instituições e etc são fundamentais para o crescimento de todos, mas pera aÃ..... alguns conceitos devem ser mantidos.
Gostaria, seria um orgulho, uma honra, uma dedicação, uma paixão e uma servidão ter uma cátedra na universidade que me formei e tantos frutos me deu na carreira. Infelizmente, com a máquina $$ da graduação, a relação mestre/aluno se desgastou e pessoas como eu, que geram a estranheza e forçam o bom aprendizado, não são mais bem vindas nas instituições.
Encontrei, nos meus cursos livres, o espaço para passar o conhecimento da forma que acho certo. Cursos livres abraçados por outros profissionais que tem o mesmo ideal, a um valor justo, com uma metodologia própria e eficiente, hoje ministrada pela 8D Cursos. Assim quem sabe, possamos fazer diferença para alguns alunos.
Estava em fase beta, entrei na comunidade como um tester, postei algumas coisas....  e acabou ficando no ar. Hoje em um bate papo com o idealizador noavamente, resolvi recriar meu usuário no Gengibre (o que eu tinha feito sumiu).
Às vezes fico impressionado da necessidade em tratar alguns "adultos" como crianças. Parece que estão ainda com a fralda na bunda, que levam algumas situações como brincadeira infantil, sem medir as consequências. Como se fossem simplesmente levar a bronca da mãe, umas palmadas e tudo estará resolvido.
Ao abrir o farol, saà com o meu carro normalmente. O 206 largou na frente, e o rapaz ansioso fez uma curva súbita para a direita, saindo da traseira do meu carro e colando atrás do 206, com uma arrancada forte. Dava para perceber pelo ronco alto da aceleração do carro e pela atitude que ali não tinha uma pessoa responsável.
Enfim, por uma circunstância normal de trânsito, o 206 precisou frear: tinha um carro à sua frente estacionando. Como instinto, joguei o meu carro o máximo que pude para a esquerda, enquanto ouvia o estrondo da batida do apressadinho na traseira do 206. E que estrondo, só pela arrancada imagino que o rapaz estava a quase 40 km/h.
Consegui ouvir os gritos da motorista do Peugeot e do rapaz que bateu, logo após a cantada de pneu e a batida. Subitamente vieram à minha mente 2 imagens, primeiro aquelas cenas de dentro do cockpit de um F1, transmitido pela Globo, quando vão mostrar uma batida por dentro do carro.  A outra imagem são os inúmeros jogos de corrida, onde batidas são normais.
Um sábado de tarde, suportamente tranquilo para dirigir, com pouco trânsito. Estou na faixa próxima da calçada, e subitamente escuto um latido, quase que um grito altÃssimo. Como estava devagar, olhei para o lado e consegui brecar logo após presenciar o atropelamento de um vira-lata pretinho, pequeno.
O cão não entendeu o que tinha acontecido, tentou olhar para suas costas, pois foi onde passou o pneu do carro, girou algumas vezes, grunhindo e caiu no meio da pista.
O imprudente, irresponsável, insensÃvel, maldoso do motorista nem parou para ver o que tinha acontecido. Seguiu seu caminho como se nada tivesse acontecido. Nunca passei pela situação de atropelar um animal, mas imagino que seja impossÃvel não perceber que algo bateu em seu carro.
Enfim, as cenas seguintes foram tristes. Os carros que vinham atrás conseguiram desviar do bichano, que caiu agonizando no meio da rua. Eu parei o meu carro ali mesmo, com pisca alerta e saà pro meio da avenida acenando para os motoristas que vinham e não tinham visto o animal, inclusive um ônibus em velocidade alta (coisa comum em São Paulo).
Não quero acreditar que o motorista mirou no cachorro. Talvez o bicho tenha corrido pra rua e realmente não fosse capaz de evitar o acidente. Mas não parar para ver se podia fazer algo!!!??? Faça-me o favor de contar outra história. Isso me lembrou o jogo Carmageddon, onde atropelar pedestres e animais faz você ganhar mais e mais pontos.
O que leva uma pessoa a ter cuidado com os animais, e outra apedrejar? Por que alguns sentam ao volante de um carro e se transformam, e outros se preocupam e parar para deixar um pedestre atravessar a rua? Se o meio corrompe o homem, seria o videogame uma fonte de influência nisso? Em que proporção?
O mesmo vale para qualquer coisa, como o videogame. Será que brincar com um jogo de luta alucinadamente vai deixar a criança mais calma, ou mais nervosa? Ou não vai alterar em nada? Ou será que irá ensinar algo que ela poderá utilizar em algum momento da sua vida e ser positivo?
Larry Harmon, o autêntico palhaço Bozo, fez história e imortalizou a imagem do tão querido personagem infantil.
Ele morreu hoje, dia 3 de Julho de 2008, aos 83 anos. Harmon se tornou milionário ao licenciar a marca "Bozo" e abrir uma escola de palhaços.
Lembro, meados de 1980, de assistir ao programa do Bozo no SBT. Era criança, e sempre acompanhado de um delicioso Danoninho, curtia os desenhos animados e as palhaçadas da turma do palhaço, a vovó Mafalda, Salsi Fufu (Pedro de Lara!!!!!!!!!), Papai Papudo e companhia.
Dos atores brasileiros lembro bem do Luis Ricardo, o qual interpretou Bozo por muitos anos.
Eita saudade da infância!
"Criança que gosta do Bozo
É feliz, feliz
Criança que gosta do Bozo
Sabe onde tem o nariz"