Guilherme Tsubota

criador de GAMES, consultor de tecnologia MOBILE

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06/08/2009 -  16:53     

Fala aí Cazé!

Ano passado, meados de Maio/Junho, estava conversando com o colega Cazé, quando ele me apresentou o Gengibre.

Delirei!

Estava em fase beta, entrei na comunidade como um tester, postei algumas coisas….  e acabou ficando no ar. Hoje em um bate papo com o idealizador noavamente, resolvi recriar meu usuário no Gengibre (o que eu tinha feito sumiu).

Fantástico, muito bom! A interface é nova, muito bonita, e o playerzinho é um caso a parte. Uma maneira extremamente fácil e descontraída de fazer podcast. Provavelmente vou lançar várias dicas e elucubrações de games por aí.

Enviado por:  tsubota  tsubota - Categoria: Inovação
Tags relacionadas:  Elucubrações, Inovação
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08/07/2009 -  12:54     

Salão de games do Michael Jackson

Imagina a seguinte situação: você tem 1 console de videogame, talvez um Playstation, e nele adora God of War, mas gostaria também de jogar New Super Mario Bros.

Ok, o ideal seria comprar um Wii. Afinal, alguns jogos estão disponíveis em uma ou outra plataforma, certo? Infelizmente o preço de um console no Brasil é caro, ainda mais os jogos. Um absurdo! Então como sanar essa ânsia por games?

Pois é, Michael Jackson: o Rei dos Games, nem se preocupava com isso. Dava vontade, comprava, ponto final.

Clique na imagem abaixo e confira a salinha de jogos do Rei do Pop!

sala-de-jogos-games-michael-jackson

Enviado por:  tsubota  tsubota - Categoria: Games
Tags relacionadas:  Elucubrações, Michael Jackson
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29/05/2009 -  13:04     

Trânsito não é videogame

Vamos por os pingos nos i’s e cortar os t’s, ok? Trânsito não é videogame, entendeu? Trânsito…. t r â n s i t o…. trânnnnssittooo… não. é.  vi – de – o – ga – me.

Ratinho da FolhaComo é que é? Trânsito não é videogame!

Não entendi. Trânsito não é videogame!

Mais 1 vez: trânsito não é videogame!

Às vezes fico impressionado da necessidade em tratar alguns “adultos” como crianças. Parece que estão ainda com a fralda na bunda, que levam algumas situações como brincadeira infantil, sem medir as consequências. Como se fossem simplesmente levar a bronca da mãe, umas palmadas e tudo estará resolvido.

Não é assim, vou contar 2 fatos recentes, e que me lembraram jogos de videogame, no pior sentido.

Ontem infelizmente eu me senti na largada de um jogo de corrida. Estava parado ao farol na rua Joaquim Távora, na Vila Mariana, aguardando o semáforo abrir. A rua é inclinada no sentido do fluxo do trânsito, o que já ajuda na “largada”. Ao meu lado um Peugeot 206 prata, e atrás algum carro de cor escura, não me lembro a marca nem o modelo. Mas consigo lembrar que o rapaz ao volante estava um tanto impaciente.

F1 Cockpit

Ao abrir o farol, saí com o meu carro normalmente. O 206 largou na frente, e o rapaz ansioso fez uma curva súbita para a direita, saindo da traseira do meu carro e colando atrás do 206, com uma arrancada forte. Dava para perceber pelo ronco alto da aceleração do carro e pela atitude que ali não tinha uma pessoa responsável.

Enfim, por uma circunstância normal de trânsito, o 206 precisou frear: tinha um carro à sua frente estacionando. Como instinto, joguei o meu carro o máximo que pude para a esquerda, enquanto ouvia o estrondo da batida do apressadinho na traseira do 206. E que estrondo, só pela arrancada imagino que o rapaz estava a quase 40 km/h.

Consegui ouvir os gritos da motorista do Peugeot e do rapaz que bateu, logo após a cantada de pneu e a batida. Subitamente vieram à minha mente 2 imagens, primeiro aquelas cenas de dentro do cockpit de um F1, transmitido pela Globo, quando vão mostrar uma batida por dentro do carro.  A outra imagem são os inúmeros jogos de corrida, onde batidas são normais.

A diferença é que no videogame é só apertar o start que o carro está arrumado e o piloto não sofreu nem um arranhão.

Vira-lata pretoO segundo fato que vou contar foi a morte de um cachorrinho que eu presenciei, na Avenida Nazaré, no Ipiranga.

Essa avenida começa no Museu do Ipiranga, e termina próximo do início da via Anchieta. Ela é uma avenida bem larga, inclusive com um canteiro central com árvores e espaço para pedestres.

Um sábado de tarde, suportamente tranquilo para dirigir, com pouco trânsito. Estou na faixa próxima da calçada, e subitamente escuto um latido, quase que um grito altíssimo. Como estava devagar, olhei para o lado e consegui brecar logo após presenciar o atropelamento de um vira-lata pretinho, pequeno.

O cão não entendeu o que tinha acontecido, tentou olhar para suas costas, pois foi onde passou o pneu do carro, girou algumas vezes, grunhindo e caiu no meio da pista.

O imprudente, irresponsável, insensível, maldoso do motorista nem parou para ver o que tinha acontecido. Seguiu seu caminho como se nada tivesse acontecido. Nunca passei pela situação de atropelar um animal, mas imagino que seja impossível não perceber que algo bateu em seu carro.

Enfim, as cenas seguintes foram tristes. Os carros que vinham atrás conseguiram desviar do bichano, que caiu agonizando no meio da rua. Eu parei o meu carro ali mesmo, com pisca alerta e saí pro meio da avenida acenando para os motoristas que vinham e não tinham visto o animal, inclusive um ônibus em velocidade alta (coisa comum em São Paulo).

Carreguei o cachorro até a calçada, e o mesmo não conseguia se mexer mais. Algumas pessoas pararam para olhar, mas nada podia ser feito. Fiz um carinho no cão enquanto sua respiração diminuía, até ele finalmente agonizar e morrer ali. Era parecido como o da foto acima.

Não quero acreditar que o motorista mirou no cachorro. Talvez o bicho tenha corrido pra rua e realmente não fosse capaz de evitar o acidente. Mas não parar para ver se podia fazer algo!!!??? Faça-me o favor de contar outra história. Isso me lembrou o jogo Carmageddon, onde atropelar pedestres e animais faz você ganhar mais e mais pontos.

Sinceramente não sou especialista em comportamento humano, muito menos psicólogo ou cientista da área. Faço games, apenas. Mas lembro aqui Jean-Jacques Rousseau e sua teoria do bom selvagem: ”O homem é bom por natureza. É a sociedade que o corrompe”.

O que leva uma pessoa a ter cuidado com os animais, e outra apedrejar? Por que alguns sentam ao volante de um carro e se transformam, e outros se preocupam e parar para deixar um pedestre atravessar a rua? Se o meio corrompe o homem, seria o videogame uma fonte de influência nisso? Em que proporção?

Recentemente acompanhei a discussão do meu colega de trabalho Caio Teixeira e o professor Valdemar Setzer (parte 1, parte 2, parte 3, parte 4, parte 5). Uma discussão interessante, onde no meu ponto de vista não existe ganhador. o professor Setzer, na minha visão, é um extremista. Não acredito que não ter televisão ou videogame em casa seja a solução para os problemas. Sou a favor do bom senso, em tudo.

Mas também acredito que sim, videogame influencia, como tudo na vida. Por exemplo, a partir do momento que uma criança bebe pela primeira vez na sua vida um refrigerante, aquela sensação influenciou ela, seja na saúde ou no psicológico. Talvez ela odeie refrigerante pelo ardor que a soda causa na língua, ou talvez ela passe a amar aquela sensação. Isso irá ditar consequências para o resto da vida dela. Talvez, se ela passar a vida tomando refrigerante, ela seja uma pessoa mais gorda ou doente, ou talvez não.

O mesmo vale para qualquer coisa, como o videogame. Será que brincar com um jogo de luta alucinadamente vai deixar a criança mais calma, ou mais nervosa? Ou não vai alterar em nada? Ou será que irá ensinar algo que ela poderá utilizar em algum momento da sua vida e ser positivo?

Questões que deixo para os especialistas.

Só sei que trânsito não é competição. Chegar poucos instantes mais cedo no compromisso não é o grande prêmio. Respeito a vida sim é o troféu que ganhamos quando levamos tudo isso a sério.

Enviado por:  tsubota  tsubota - Categoria: Games
Tags relacionadas:  debate, Elucubrações, games e vida real
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03/07/2008 -  17:17     

O autêntico palhaço Bozo

Larry Harmon, o autêntico palhaço Bozo, fez história e imortalizou a imagem do tão querido personagem infantil.

Ele morreu hoje, dia 3 de Julho de 2008, aos 83 anos. Harmon se tornou milionário ao licenciar a marca “Bozo” e abrir uma escola de palhaços.

larry harmon, o bozo

Lembro, meados de 1980, de assistir ao programa do Bozo no SBT. Era criança, e sempre acompanhado de um delicioso Danoninho, curtia os desenhos animados e as palhaçadas da turma do palhaço, a vovó Mafalda, Salsi Fufu (Pedro de Lara!!!!!!!!!), Papai Papudo e companhia.

Dos atores brasileiros lembro bem do Luis Ricardo, o qual interpretou Bozo por muitos anos.

Eita saudade da infância!

“Criança que gosta do Bozo
É feliz, feliz
Criança que gosta do Bozo
Sabe onde tem o nariz”

Enviado por:  tsubota  tsubota - Categoria: Elucubrações
Tags relacionadas:  bozo, Elucubrações
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