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	<title>Guilherme Tsubota &#187; estúdio</title>
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	<description>criador de GAMES, consultor de tecnologia MOBILE</description>
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		<title>A Globo incentiva a galera a fazer games</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 17:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio de games]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 5 de Março de 2009 o Jornal da Globo exibiu uma reportagem sobre o mercado de games, na série Conecte, com o repórter Ernesto Paglia. É interessante observar que o assunto chegou à mídia de massa - povão! Isso mostra a importância que o jogo digital tem hoje na população. Infelizmente a esmagadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 5 de Março de 2009 o Jornal da Globo exibiu uma <a title="mercado de games" href="http://g1.globo.com/jornaldaglobo/0,,MUL1031189-16021,00-GAMES+NA+MIRA+DAS+EMPRESAS+BRASILEIRAS.html" target="_blank">reportagem sobre o mercado de games</a>, na série Conecte, com o repórter Ernesto Paglia.</p>
<p><object width="480" height="392" data="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=977498&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=977498&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /></object></p>
<p>É interessante observar que o assunto chegou à mídia de massa - povão! Isso mostra a importância que o jogo digital tem hoje na população. Infelizmente a esmagadora maioria são jogos <em>piratas</em>, mas vamos tentar deixar esse capítulo de lado.</p>
<p>Vamos aos comentários sobre o vídeo!</p>
<p>Fiquei feliz em ver o amigo Daniel Garcia, da <a title="Abdução Games" href="http://www.abducao.com.br/" target="_blank">Abdução</a>. Há pouco tempo eles se juntaram com a Insólita, e formaram um dos maiores estúdios de game do Brasil. Parabéns, precisamos desse tipo de iniciativa para abrir as portas aos desenvolvedores menores. Algo como foi <a title="Emerson Fittipaldi" href="http://www.emersonfittipaldi.com.br" target="_blank">Emerson Fittipaldi</a> para os pilotos brasileiros na F1.</p>
<p>Foi também interessante a comparação que o Winston fez com a indústria da música: os estúdios são como as bandas, e as distribuidoras (publisher) são como as gravadoras. Faz sentido, apesar que eu torço e trabalho para mudar um pouco isso. Quando era dono da Variari Mobile, e produzíamos games para mobile, tínhamos uma situação não muito feliz ($$$) as operadoras de celular. A divisão da verba não era justa, na minha ótica.</p>
<p>Em mercados mais evoluídos o criador de conteúdo (<em>aka </em>desenvolvedor) fica com a maior parte do "bolo". No Brasil é costume ganhar em cima dos outros, e isso acontecia/acontece direto no mercado Mobile. Enfim, ponto para os <em>espertões</em>. <img src='http://guilher.me/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Já na Apple Store, ou em outros locais que utilizam a mesma política e visão, o desenvolvedor fica com a maior parte. Tem lógica!!!! Quanto mais dinheiro, mais investimento e mais produtos novos para a loja. É um ecossistema vivo, que se auto sustenta e gera frutos para todos.</p>
<p>Outro ponto a prestar atenção é sobre a "iniciativa do governo em games educativos". O repórter cita, no caso, o BRGames'09. Comentarei sobre essa "iniciativa" em outro post (tenho 2 pés atrás sobre o BRGames), mas deixo aqui a indicação para vocês lerem os textos do meu colega de trabalho Caio Teixeira:</p>
<ul>
<li><a title="blog Game Over" href="http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/05/15/sobre-a-conversa-com-o-ministerio-da-cultura-e-a-novidade-que-eu-estava-guardando/" target="_blank">texto 1</a></li>
<li><a title="blog Game Over" href="http://colunistas.ig.com.br/gameover/2009/05/18/parece-que-eu-cutuquei-de-maneira-doida-no-post-do-brgames/" target="_blank">texto 2</a></li>
</ul>
<p>Lição a tirar disso tudo?!? Vamos estudar galera, e fazer muitos games!!!!!</p>
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		<title>Ubisoft em São Paulo, as novidades</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 18:59:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[ubisoft]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho recebido vários contatos referente ao escritório da Ubisoft no Brasil, mais precisamente em São Paulo. Gostaria de esclarecer que até o presente momento eu não sou funcionário da Ubisoft, e meu relacionamento com eles (até o momento) é apenas networking. Mas como estou na indústria dos games há muitos anos, acabo servindo de Networking [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho recebido vários contatos referente ao escritório da Ubisoft no Brasil, mais precisamente em São Paulo. Gostaria de esclarecer que até o presente momento eu <strong>não</strong> sou funcionário da Ubisoft, e meu relacionamento com eles (até o momento) é apenas networking.</p>
<p>Mas como estou na indústria dos games há muitos anos, acabo servindo de Networking Hub! <img src='http://guilher.me/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como comentei sobre a minha felicidade no outro artigo sobre a chegada de um grande estúdio ao Brasil de forma séria e comprometida, volto a afirmar que isso demonstra o potencial dos nossos profissionais, assim como o nosso preço competitivo frente a outros mercados.</p>
<p>Basicamente o Brasil é conhecido como integrante da Classe Média global. Não somos mais um país pobre, porém não somos dos chamados Primeiro Mundo. Fazemos parte do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), as potências em crescimento. Mas temos uma vantagem sobre os outros: somos do Ocidente!</p>
<p>Além das questões de fuso horário, a cultura brasileira é muito mais próxima dos países norte-americanos e europeus. Nosso entendimento dos problemas, estresses, alegrias, processos, trabalho e todo o resto é muito mais próximo. Essa vantagem natural é fundamental em alguns casos. Como sou atualmente Executivo de Novos Negócios de uma multinacional de comunicação (Havas Digital - Media Contacts), percebo isso claramente.</p>
<p>Em uma das minhas experiências na indústria dos games, quando fui Gerente da Kaizen Games e era responsável, dentre outras coisas, pela gestão dos projetos de Second Life no Brasil, senti essa diferença de cultura também. A empresa publica no Brasil os MMORGs coreanos, como o Priston Tale e o Audition. É interessante perceber que a Coréia é um dos líderes mundiais nesse tipo de entretenimento, mas ao receber visitas do pessoal dessas empresas era visível o choque de culturas.</p>
<p>Voltando ao ponto inicial, eu dizia que temos muito potencial profissional para crescimento na indústria global dos games. Nos últimos anos vimos o surgimento de diversas faculdades para produção de games, cursos, aumento das empresas nacionais e interesse pelos governos estaduais e federais. O cenário é muito positivo.</p>
<p>Mas volto a dizer, temos que ter em mente a clareza do nosso momento. O Brasil não tem experiência na produção de grandes jogos digitais. Os profissionais que aqui se encontram, em sua grande maioria, nunca trabalharam em projetos grandes onde sua atuação acaba sendo extremamente focada. Vemos no mercado pequenos estúdios, onde um profissional atua em várias frentes simultaneamente.</p>
<p>Designer e modelador 3D. Programador e Tester. Gerente de Projetos, QA e Arquiteto. Concordo que o brasileiro tem o famoso "jeitinho" de resolver suas coisas, mas é muito importante que a gente perceba isso e aprenda. Vamos aprender com a experiência dessas empresas que aqui chegam. Vamos ouvir e prestar atenção.</p>
<p>Para concluir, desejo boa sorte para a Ubisoft. Sei que as contratações já estão ocorrendo e tenho fé que a equipe montada vai representar bem o que o Brasil pode fazer na indústria lá fora. Sei também que algumas movimentações acontecem em outras multinacionais que já estão aqui, e que devem fazer barulho em breve. Vamos aguardar os próximos capítulos!</p>
<p><em>OBS: Empresas, cuidado com as associações, essas "entidades sem fins lucrativos". No final elas se tornam poleiros de algumas poucas pessoas aguardando para abocanhar seu espaço. Não pensam necessariamente no bem da indústria, nem da própria empresa, como um todo.</em></p>
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		<title>Ubisoft em São Paulo, um estúdio para fazer barulho na indústria nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[profissionalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[A Ubisoft está chegando ao Brasil, mais precisamente a São Paulo. Mas não é um mero escritório comercial, e sim um estúdio completo! A intenção é produzir games para exportação. A notícia saiu hoje no UOL Jogos. Você pode ler na íntegra aqui, além de uma entrevista com o novo Head of Brazil, Bertrand Chaverot. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Ubisoft está chegando ao Brasil, mais precisamente a São Paulo. Mas não é um mero escritório comercial, e sim um estúdio completo! A intenção é produzir games para exportação.</p>
<p>A notícia saiu hoje no UOL Jogos. Você pode ler na íntegra <a title="ubisoft em são paulo" href="http://jogos.uol.com.br/reportagens/ultnot/2008/06/24/ult2240u128.jhtm" target="_blank">aqui</a>, além de uma <a title="entrevista com Bertrand Chaverot" href="http://jogos.uol.com.br/reportagens/ultnot/2008/06/24/ult2240u129.jhtm" target="_blank">entrevista</a> com o novo Head of Brazil, Bertrand Chaverot.</p>
<p>Acho excelente a notícia, e fiquei feliz ao ler a entrevista onde fica claro que o Brasil ainda não tem potencial técnico para competir na indústria dos videogames  sozinho, mas tem CÉREBRO suficientemente criativo para entrar com tudo no mercado. E com a ajuda de grandes estúdios como a Ubisoft, temos tudo para ser um mercado em franca expansão mundial.</p>
<p>Sempre acreditei no potencial da nossa mão de obra. Realmente falta a oportunidade. Infelizmente o mercado de pirataria mata qualquer empresa. Os custos para produção de um jogo é elevado, mesmo ele sendo produzido localmente. Mas com a adoção de novos cursos de games no Brasil, com o aumento do interesse empresarial no assunto e a chegada dos estúdios, isso tende a mudar.</p>
<p>Tive uma empresa que produzia jogos para celular, e assim como outros amigos empresários do ramo, sei o quanto é difícil se manter. Praticamente é um trabalho de Conan, movido a paixão mesmo.</p>
<p>Enfim, vamos aguardar as cenas do próximos capítulos! Estou muito feliz com a notícia e desejo sucesso ao novo estúdio.</p>
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