Hoje fui surpreendido por uma inovação publicitária! Ela existe desde 2008, mas apenas hoje chegou ao meu conhecimento.
Estava caminhando nas imediações da rua Iguatemi (SP), quando um promotor me abordou com um panfleto. Pensei que era mais uma daquelas promoções sem graça, mas vi que era um papel diferente, tipo um papelão, então resolvi parar pra ouvir a explicação.
a TV de plasma, ou mesmo a LCD, inspirada em filmes como De Volta Para o Futuro II
o iPad, um dispositivo portátil multimÃdia, presente na grande maioria dos filmes, como por exemplo o filme com a famÃlia Robinson - Perdidos no Espaço (1998)
Tecnologia de Realidade Aumentada existe há muito tempo, e pode ser utilizada para diversos fins. Gosto particularmente da computação ambiental, onde a informação está onipresente no ambiente para aumentar o conforto e bem estar do ser humano.
No filme Iron Man 2 (Homem de Ferro 2), super herói, alter ego de Tony Stark, interpretado pelo ator Robert Downey Jr, diversas cenas com aplicação de Realidade Aumentada foram criadas. Infelizmente essa tecnologia só existe na tela do cinema, pois foram criadas pela empresa Perception, localizada em Nova York (EUA).
Os esforços para criação dessa nova tecnologia são grandes. Vejam que existe uma certa complexidade na criação de novos aparelhos com sensores para captação de movimento, pressão, temperatura ou coisas do gênero. Apesar de muitos sensores já existirem, a adaptação para as novas necessidades muitas vezes requer uma re-invenção dos mesmos.
Imaginem, a tecnologia tem que ser "invisÃvel" para o homem. A mesa precisa "magicamente" mostrar dados e reconhecer toques. Uma sala inteligente precisa de sensores, câmeras e muito mais espalhada de forma a reconhecer um movimento natural do homem como um comando a ser executado.
Em um mundo cercado (ao menos "publicitariamente" falando) de sustentabilidade e ecologicamente correto, usuários de celulares e smartphones com muitas caracterÃsticas como o iPhone saem perdendo.
Basicamente você pode, utilizando o aplicativo para iPhone, direcionar a sua câmera em qualquer direção e assim "ver" as estações de metrô, a distância que você está dela e pra onde ele te leva.
Para funcionar, você precisa iniciar o aplicativo e levantar o iPhone na direção do horizonte, para que a câmera consiga visualizar o ambiente. Bom, em seguida o reconhecimento do local inicia e você vê a mágica acontecer: notificações começam a aparecer na sua tela sobre os estabelecimentos.
3) Não seria mais prático algo mais rápido? Mais focado? Sem a parte de Realidade Aumentada?
Estamos vivendo o hype da Realidade Aumentada. Tudo tem que ser RA. Vi empresas nascendo no último mês só pra fazer RA, pra arrancar dinheiro dos clientes mal-informados, coitados.
Enfim......
Pensando assim, o avaliou bem e utilizou o boom para potencializar o seu negócio, o aplicativo. Aliás, a briga com o software oficial do metrô de Paris parece que está acirrada.
A mÃdia indireta gerada por ser um "aplicativo com realidade aumentada" deve ter sido imensa. Bom, para chegar do outro lado do Atlântico, entre milhões de aplicativos, algo deu certo na comunicação da empresa.
Tirando esse detalhe, eu acredito que o aplicativo seria muito mais prático e "usável" se seguisse a linha tradicional, sem a RA. Se realmente a empresa possui esse banco de dados de estabelecimentos que ela promete, aà está o valor da aplicação!
Estava em fase beta, entrei na comunidade como um tester, postei algumas coisas....  e acabou ficando no ar. Hoje em um bate papo com o idealizador noavamente, resolvi recriar meu usuário no Gengibre (o que eu tinha feito sumiu).
Ano passado, entre a ascenção e queda do Second Life (SL), uma empresa afirmou que conseguiria colocar o metaverso funcionando em celulares.
Foi um espanto na indústria, afinal o client do SL necessitava de um computador consideravelmente bom, com placas de vÃdeo potentes. Como poderiam então fazer a mágica acontecer e em um simples celular rodar um aplicativo tão pesado? Simples, com a mesma solução que a OnLive promete para os videogames.
No celular a pessoa executa os comandos, que são enviados para o servidor. No servidor com a aplicação real em funcionamento, esses comando são interpretados, executados, e o mesmo retorna um vÃdeo do que aconteceu ali. É um tipo de "virtualização gambis master blaster", mas que funciona.
A empresa OnLive promete algo parecido. Jogar videogame de última geração pela internet!!!! UAU!!!
Será que o serviço pega? Não sei, acredito que gamers não vão gostar, ou utilizarão apenas para ver se gostam do jogo, antes de gastar uma boa grana comprando-o.
Em 1999 aconteceu a inauguração da sede da Sun no Brasil, na rua Alexandre Dumas, SP. Diversas personalidades, dentre elas o ex-governador Mário Covas, empresários do setor, jornalistas, o oba-oba de sempre. Eu e meu amigo/parceiro de pesquisa Daniel Alvares fomos convidados para apresentar o nosso projeto de pesquisa em inovação para internet.
Chegando lá, a primeira piadinha que ouvimos foi: "Já colocaram a geladeira na internet?".
No currÃculo dos cursos de Ciência da Computação, a linguagem para aprendizado era C, e não Java. Por sorte (sorte?) do destino, nosso sugeriram que a pesquisa utilizasse uma nova linguagem, uma tal de Java .
Você fecha um contrato com uma grande rede de supermercados, que te dá, ou cobra muito pouco, por uma geladeira de última geração. Ela, obviamente, está conectada na internet (BINGO!) e ao sistema do supermercado. Por meio de sistemas, sensores, acelerômetros, e outros "ômetros", o fornecedor efetivamente sabe quando você vai precisar de um novo produto.
Há uns 2 anos eu vi uma tecnologia inovadora para mobilidade corporativa. Você podia escrever em um papel, um anúncio ou qualquer lugar e assim interagir com o mundo digital.
Engraçado perceber a questão da usabilidade e experiência de interação com o usuário. Enquanto algumas empresas vão na total interatividade digital (Apple com o iPhone e Microsoft com a sua mesa Surface), outras tentam voltar ao básico da comunicação: papel e caneta.