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	<title>Guilherme Tsubota &#187; profissionalismo</title>
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	<description>criador de GAMES, consultor de tecnologia MOBILE</description>
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		<title>Feliz Dia dos Professores, Guilherme Tsubota</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 15:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Elucubrações]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[profissionalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrevi esse post no dia dos professores de 2009. Não o publiquei e não publicarei, mas resolvi fazer uma carta sobre algumas coisas que eu penso a respeito dos profissionais, professores e instituições de ensino. Para quem não sabe, além da minha veia empreendedor, eu sou professor. Ministro aulas desde meados de 1998, entre cursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Escrevi esse post no dia dos professores de 2009. Não o publiquei e não publicarei, mas resolvi fazer uma carta sobre algumas coisas que eu penso a respeito dos profissionais, professores e instituições de ensino.</p>
<p>Para quem não sabe, além da minha veia empreendedor, eu sou professor. Ministro aulas desde meados de 1998, entre cursos livres, palestras, workshops, graduação e pós-graduação.</p>
<p>Entre 1997 e 1999 convivi com pessoas iluminadas no <a title="PROEM PUCSP" href="http://proem.pucsp.br" target="_blank">PROEM</a> (Programas de Estudos e Pesquisas no Ensino da Matemática), um grupo criado na PUCSP com 4 pilares:</p>
<ol>
<li>a formação inicial de professores que trabalham com Matemática</li>
<li>a formação continuada de professores em serviço</li>
<li>a pesquisa em ensino de Matemática</li>
<li>a elaboração e difusão de documentos para educadores</li>
</ol>
<p>E 2 objetivos:</p>
<ol>
<li>Contribuir para formação inicial e continuada dos professores de Matemática</li>
<li><strong>Prestar serviços à Comunidade</strong></li>
</ol>
<p>O segundo objetivo - prestar serviços à Comunidade - sempre me incomodou. Mas aquele incômodo bom, do bem, que faz você se mexer e fazer algo melhor, sabe?</p>
<p>Veja bem, sempre dei muito valor para os <strong>estudos e pessoas que realmente contribuíram com algo para o ser humano</strong> (e não para a sociedade). A cura de uma doença, um novo método para reciclagem eficiente de lixo tóxico, um algoritmo para desenvolver uma prótese mecânica que gere um bem estar maior. Talvez um estudo para entender melhor os efeitos cósmicos em nosso organismo ou no planeta em que vivemos, ou entender o processo evolutivo da natureza e assim prever onde a Terra vai parar com tanta desmatação, e como evitar isso.</p>
<p>Enfim, entenderam o tipo de coisa que estou falando, não?</p>
<p>Eu vejo uma ode, um apelo marketeiro para as coisas mais banais da vida. Ok, ok, faz parte, temos que entender que o mundo é capitalista, e selvagem. Ontem vi uma movimentação, um gasto de energia absurdo para criar piadas em prol da escalação do time do Brasil para a Copa de 2010. Mas não vejo essa energia ser gasta em outras coisas, muito mais importantes e fundamentais para o nosso futuro, e dos nossos filhos, e netos, e etc.</p>
<p>Eu mesmo, faço games. <strong>O que um game pode levar de bom para o futuro do planeta?</strong></p>
<ul>
<li>Talvez diminuia o estresse de uma pessoa no final do dia e assim evite problemas cardíacos? Ou permita com que ela não faça nenhuma "besteira" maior?</li>
<li>Talvez ensine alguma coisa de uma cultura nativa para uma sociedade / geração cada vez mais "to nem aí para as minhas raízes", como é o caso do jogo <a title="Pibmirim" href="http://guilher.me/games/o-prazer-de-criar-um-jogo-infantil-com-tematica-brasileira/" target="_self">Pibmirim, que conta sobre os índios do Brasil</a>?</li>
<li>Talvez ajude pessoas com problemas mentais ou acidentados a se esforçar mais e melhorar?</li>
<li>Talvez não leve a nada além de simples diversão?</li>
</ul>
<p>Sobre isso, eu compartilho o que minha colega de profissão, Jane McGonigal, disse em sua palestra no TED: "<a title="Jane McGonigal" href="http://www.ted.com/talks/jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world.html" target="_blank">Jogar pode fazer um mundo melhor</a>".</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JaneMcGonigal_2010-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JaneMcGonigal-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=799&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world;year=2010;theme=the_rise_of_collaboration;theme=new_on_ted_com;theme=media_that_matters;theme=art_unusual;theme=what_s_next_in_tech;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=a_taste_of_ted2010;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/JaneMcGonigal_2010-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/JaneMcGonigal-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=799&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world;year=2010;theme=the_rise_of_collaboration;theme=new_on_ted_com;theme=media_that_matters;theme=art_unusual;theme=what_s_next_in_tech;theme=design_like_you_give_a_damn;theme=a_taste_of_ted2010;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Basicamente, Jane diz que se conseguíssemos usar a energia e concentração que as pessoas utilizam enquanto jogam, para outros fins mais nobres, muitos problemas do nosso planeta seriam facilmente resolvidos.</p>
<p><strong>Pense a respeito!</strong></p>
<p>Imagine o tempo que você perde criando piadinhas bobas com hashtags, ao invés de responder aquele email importante para um amigo. Lembre do tempo que perdeu tirando sarro daquela senhora velha que leva comida para os animais vira-latas que moram na esquina da sua rua. Pense na energia gasta para preparar alguma gozação com um colega de trabalho, que simplesmente fez ele ficar chateado e com um sorriso amarelo no rosto.</p>
<p>Bom, ninguém é Santo, e muito menos eu. Tenho raiva, inveja, rancor, tristeza e outros defeitos como qualquer pessoa normal. Mas ao menos eu resolvo seguir adiante, tentando solucionar os problemas à minha maneira. Ficar de braços cruzados? Comigo não.</p>
<p>Vamos usar a energia gasta em besteira para coisas do bem! Como os ativistas das bikes, que usam a tag <a title="#vadebike" href="http://twitter.com/#search?q=%23vadebike" target="_blank">#vadebike no Twitter</a> para divulgar notícias, dicas e tudo o que é relacionado a andar de bicicleta. Isso vai melhorar a sua saúde, o seu humor, ajudar no trânsito da sua cidade e a diminuir a poluição.</p>
<p>Outras diversas iniciativas existem por aí. Procure a que mais te anima, e faça. <strong>Just Do It! </strong><em>(isso não é um comercial da Nike)</em></p>
<p>E onde, teoricamente, essas iniciativas deveriam existir em maior quantidade? Nas universidades, antro dos "seres iluminados" que vizam o conhecimento em prol do homem.</p>
<p>Infelizmente isso não é o espelho da realidade, e a grande maioria (e não todas) das universidades e centros de pesquisa viraram empresas focadas em lucro, meramente. Educação, pra quê? O interesse principal é se tornar cada vez maior, crescendo, comprando faculdades menores, atraindo clientes... ops.... alunos para a sua grade de cursos.</p>
<p>A academia virou uma fábrica moderna, a la "Tempos Modernos" de Chaplin. Uma produção em série de cérebros não-questionadores e de pouca capacidade analítica. Oras, seguir o by-the-book é mais fácil, e o que não está descrito ali fica pra "alguém" resolver.</p>
<p>Quem é esse "alguém", se não estamos formando pessoas que realmente corram atrás da informação? Alunos, acordem!!! <a title="Zezinho, sai do barzinho" href="http://guilher.me/profissional-digital/sai-do-barzinho-zezinho/" target="_self">Saiam do barzinho e pensem no seu futuro</a>. Você não é um cliente da faculdade, você não paga para pegar o canudo, e sim pra aprender.</p>
<p>Diversos estudos (na área de TI) comprovam que a mão de obra está mudando o seu perfil. Hoje temos muito mais usuários do que criadores, e em pouco menos de 10 anos teremos uma balança totalmente desequilibrada entre as pessoas que criam software, e as pessoas que supostamente deveriam criar. Novamente volto a dizer: as universidades não estão preocupadas com isso, além do valor da matrícula paga.</p>
<p>Outro ponto perigoso é o efeito alavanca, ou trampolim. Muitos professores estão na faculdade não para lecionar, mas sim apenas para rechear seus currículos com um cargo acadêmico, aumentando assim o valo do seu passe no mercado. Professores despreparados na alma, e que consequentemente não vão formar bons profissionais.</p>
<p>Bom, <strong>sinto em dizer que desisti da academia</strong>. Quando senti na pele a sujeira do mundo corporativo (falando do lado sujo da coisa) na facudade, eu desisti. Apesar de seguir todo o procedimento das regras da universidade descritas no edital para seleção de um professor para o curso "Jogos Digitais", passar por todo o processo seletivo com a entrega de documentos, aula aberta para uma bancada, etc etc etc....  descobri que uma indicação que não passou pelo processo conseguiu a vaga.</p>
<p>Pessoal, não estamos falando de um cargo de confiança executivo, ou de uma empresa. É a academia, local de estudos, aprendizado, formação de novos profissionais em seu caráter, ética e conhecimento. Se a entidade que provê isso não segue os princípios, como participar dela?</p>
<p>Acredito e conheço ainda alguns professores e escolas que seguem a tradição Mestre - Aluno. Não na sua rigidez, mas sim no conceito de aprendizagem. Não quero dar aula para um aluno que não me respeita como professor, ou que nem me dá a chance de mostrar <strong>o que eu posso contribuir para a vida dele</strong>. Eu acredito que a "evolução" (bah!) da sociedade, das instituições e etc são fundamentais para o crescimento de todos, mas pera aí..... alguns conceitos devem ser mantidos.</p>
<p>Bem.....</p>
<p>Voltando ao PROEM, apenas quero deixar como aprendizado a minha convivência com gênios da Matemática, como os(as) professores(as) Sandra, Vincenzo, Benedito, Ana, Célia, Maria Cecília, Lígia, Ruy, Saddo, Tânia, Scipione, dentre outros. Professores que tinham amor pela ciência, em mostrar de forma fácil os planos da geometria, os universos matemáticos, a beleza dos números. Professores que faziam o que faziam simplesmente pelo ato de ensinar, e ver o conhecimento nascer.</p>
<p>Gostaria, seria um orgulho, uma honra, uma dedicação, uma paixão e uma servidão ter uma cátedra na universidade que me formei e tantos frutos me deu na carreira. Infelizmente, com a máquina $$ da graduação, a relação mestre/aluno se desgastou e pessoas como eu, que geram a estranheza e forçam o bom aprendizado, não são mais bem vindas nas instituições.</p>
<p>Encontrei, nos meus cursos livres, o espaço para passar o conhecimento da forma que acho certo. Cursos livres abraçados por outros profissionais que tem o mesmo ideal, a um valor justo, com uma metodologia própria e eficiente, hoje ministrada pela 8D Cursos. Assim quem sabe, possamos fazer diferença para alguns alunos. <img src='http://guilher.me/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Hackers quebram DRM de aplicativos para iPhone vendidos na App Store</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2008 18:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissional Digital]]></category>
		<category><![CDATA[hacker]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone]]></category>
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		<description><![CDATA[Saiu hoje na IDG Now! um artigo falando sobre o desbloqueio da proteção de direitos autorais (DRM Fairplay) dos aplicativos para iPhone vendidos diretamente na loja da Apple online. Tenho basicamente 2 visões com relação a essa notícia. Uma como Cientista da Computação, e outro como empresário do ramo de entretenimento digital. Elas são bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu hoje na <a title="quebra de DRM do iphone" href="http://idgnow.uol.com.br/telecom/2008/07/28/hackers-quebram-drm-de-aplicativos-para-iphone-vendidos-na-app-store/" target="_blank">IDG Now! um artigo</a> falando sobre o desbloqueio da proteção de direitos autorais (DRM Fairplay) dos aplicativos para iPhone vendidos diretamente na loja da Apple online.</p>
<p>Tenho basicamente 2 visões com relação a essa notícia. Uma como Cientista da Computação, e outro como empresário do ramo de entretenimento digital. Elas são bastante conflitantes e divergentes, mas que se unem no final, na minha forma de ser e trabalhar.</p>
<p>Como Cientista da Computação e Professor Universitário, sou um entusiasta das pesquisas e descobertas. Desde sempre corri atrás de novas tecnologias e desafios. Adora o Linux (distro Slack) e esses assuntos de Hacker e afins eram super legais. Nunca hackeei um software, mas sempre estudei como as coisas eram feitas.</p>
<p>Depois veio a Web, e as maneiras diversas de conseguir dados alheios. Novamente, nunca usei de tais artimanhas, mas sempre fui fascinado e estudei os processos e métodos utilizados. Como Consultor de Inovação Tecnológica, eu tinha que estar up-to-date em tudo o que poderia acontecer no site do meu cliente, e saber evitar tais situações.</p>
<p>Por outro lado, como empresário, eu abomino esse tipo de atitude. Sou da bandeira que cada um faz o que acha certo. Se o desenvolvedor trabalhou diversas horas para concluir um software e quer cobrar por isso 9,90, que assim o seja. Se outro desenvolvedor trabalhou muitas outras horas e disponibilizou o software no formato open-source, maravilha, foi decisão dele também.</p>
<p>Devemos respeitar isso.</p>
<p>Quando um hacker cria formas de disponibilizar gratuitamente um software pago, ele está cometendo um crime. Pode ser o maior gênio da informática, mas está errado. Poderia canalizar essa energia para outras pesquisas. E isso é uma pena, uma vez que temos vários e excelentes hackers no Brasil, porém que não utilizam seu conhecimento em nada que possa ajudar a melhorar a vida das pessoas.</p>
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		<title>O domínio ME e o marketing pessoal</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 18:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Profissional Digital]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem uma amiga blogueira publicou no seu Plurk sobre a expectativa pelo domínio .me, o qual estava na reta final para abertura de cadastros. A princípio não vi nada de extraordinário, mas conversando com ela e pensando melhor no assunto vi uma boa oportunidade para o meu marketing pessoal. Registrei um domínio .me, e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem uma <a title="Patrícia Muller" href="http://www.patriciamuller.com/" target="_blank">amiga blogueira</a> publicou no seu <a title="Plurk" href="http://www.plurk.com" target="_blank">Plurk</a> sobre a expectativa pelo domínio .me, o qual estava na reta final para abertura de cadastros. A princípio não vi nada de extraordinário, mas conversando com ela e pensando melhor no assunto vi uma boa oportunidade para o meu marketing pessoal.</p>
<p>Registrei um domínio .me, e a partir de algum tempo esse site será migrado para o guilher.me!</p>
<p>Simples, besta, estúpido, ridicularmente óbvio, não é mesmo? Mas acreditem, levei algum tempo até ver que o meu próprio nome poderia ser parte do domínio. O novo link será http://guilher.me, apenas isso, simples, curto, objetivo, certeiro, pontual e fácil de lembrar.</p>
<p>Utilizo seriamente o marketing pessoal desde a faculdade, meados de 96, 97. Minha "marca" denominada "guist" ficou muito conhecida nos idos de 1999, 2000, quando a internet começou a se popularizar. Obviamente evolui o conceito do meu marketing conforme evoluía na carreira, diminuindo o uso do "guist", um perfil mais geek e despojado, para o meu sobrenome "tsubota", algo mais profissional. Essa evolução foi natural, e embora alguns ainda me chamem de guist, sou amplamente conhecido como Tsubota (e suas variáveis Tsu, Tsuba, etc).</p>
<p>Faço uso de 100% das redes sociais. Orkut para contatos mais íntimos, Linkedin para contatos profissionais. Pelo segundo consigo contatos comerciais, fornecedores, indicação de funcionários e recentemente um emprego para mim mesmo. Na busca por uma recolocação executiva no mercado online, selecionei algumas empresas que eu gostaria de trabalhar e fiz muita pesquisa, culminando no Linkedin para conseguir os contatos relevantes. O resto foi meu currículo, minha dinâmica na entrevista e minha empatia.</p>
<p>Mas o <a title="Tsubota no Linkedin" href="http://www.linkedin.com/in/guilhermetsubota" target="_blank">Linkedin</a> foi peça fundamental.</p>
<p>Participo sempre de fórum, lista de discussão e grupos de interesse comum. Sempre tento ajudar com o máximo que posso, obviamente sem prejudicar o meu dia-a-dia profissional. Claro que minhas tarefas na empresa estão em primeiro lugar. Porém com essa interatividade, conheci muita gente, fiz amigos e o meu networking é considerável.</p>
<p>Por esse site também tento disseminar meu conhecimento, de forma útil, e não apenas enchendo linguiça. Desde formado faço palestras gratuitas para instituições de ensino, levando as últimas novidades do mercado de inovação. Também fecho grupos para workshops quando é possível, e dou treinamentos. É importante que o conhecimento seja difundido, pelo bem do próprio mercado.</p>
<p>E por fim, voltando ao <a title="site do Tsubota" href="http://guilher.me" target="_blank">http://guilher.me</a>, uma epopéia que semrpe tive em relação a isso. A sonância é fundamental. Um site cuja URL seja difícil de pronunciar encontra aí a sua primeira barreira de <a title="SEO" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Search_engine_optimization" target="_blank">SEO</a>. Encontrar um domínio fácil de falar, fácil de lembrar foi um achado. Já passei por esse problema quando ia registrar um email. Em uma empresa onde não pude escolher, fizeram-me utilizar " guilhermet@...". Leia-se /guilherméte/, meio chacrete ou xuxete.</p>
<p>O ideal sempre foi usar nomesobrenome@, ou seja, guilhermetsubota@. Mesmo assim sofro um pouco com o T mudo do meu sobrenome. Agora, vou assumir o email fala@guilher.me, ponto final.</p>
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		<title>Ubisoft em São Paulo, um estúdio para fazer barulho na indústria nacional</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 19:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tsubota</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[profissionalismo]]></category>
		<category><![CDATA[ubisoft]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ubisoft está chegando ao Brasil, mais precisamente a São Paulo. Mas não é um mero escritório comercial, e sim um estúdio completo! A intenção é produzir games para exportação. A notícia saiu hoje no UOL Jogos. Você pode ler na íntegra aqui, além de uma entrevista com o novo Head of Brazil, Bertrand Chaverot. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Ubisoft está chegando ao Brasil, mais precisamente a São Paulo. Mas não é um mero escritório comercial, e sim um estúdio completo! A intenção é produzir games para exportação.</p>
<p>A notícia saiu hoje no UOL Jogos. Você pode ler na íntegra <a title="ubisoft em são paulo" href="http://jogos.uol.com.br/reportagens/ultnot/2008/06/24/ult2240u128.jhtm" target="_blank">aqui</a>, além de uma <a title="entrevista com Bertrand Chaverot" href="http://jogos.uol.com.br/reportagens/ultnot/2008/06/24/ult2240u129.jhtm" target="_blank">entrevista</a> com o novo Head of Brazil, Bertrand Chaverot.</p>
<p>Acho excelente a notícia, e fiquei feliz ao ler a entrevista onde fica claro que o Brasil ainda não tem potencial técnico para competir na indústria dos videogames  sozinho, mas tem CÉREBRO suficientemente criativo para entrar com tudo no mercado. E com a ajuda de grandes estúdios como a Ubisoft, temos tudo para ser um mercado em franca expansão mundial.</p>
<p>Sempre acreditei no potencial da nossa mão de obra. Realmente falta a oportunidade. Infelizmente o mercado de pirataria mata qualquer empresa. Os custos para produção de um jogo é elevado, mesmo ele sendo produzido localmente. Mas com a adoção de novos cursos de games no Brasil, com o aumento do interesse empresarial no assunto e a chegada dos estúdios, isso tende a mudar.</p>
<p>Tive uma empresa que produzia jogos para celular, e assim como outros amigos empresários do ramo, sei o quanto é difícil se manter. Praticamente é um trabalho de Conan, movido a paixão mesmo.</p>
<p>Enfim, vamos aguardar as cenas do próximos capítulos! Estou muito feliz com a notícia e desejo sucesso ao novo estúdio.</p>
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